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Luiz Carlos Prestes, Euclides da Cunha e a Semana Euclidiana de São José do Rio Pardo 

29/04/2026 // 1 comentário

Anita Prestes: "Grande admirador de Euclides da Cunha, Prestes lera Os sertões ainda durante o curso na Escola Militar, no Rio de Janeiro. Muito antes de sua adesão ao marxismo e ao comunismo no final dos anos 1920, Luiz Carlos Prestes cultivaria um interesse permanente pela vida e obra do notável escritor. [...] Valorizava muito as posições de Euclides da Cunha favoráveis a Marx, algo inusitado nos meios intelectuais do Brasil no final do século XIX e início do século XX. Costumava citar e recomendar a leitura de 'Contrastes e Confrontos'." [...]

O DIA M 2026 está chegando: confira a programação da Festa de Aniversário do Marx no Rio de Janeiro

24/04/2026 // 3 comentários

Desta vez, as comemorações do aniversário de Marx começam no Rio de Janeiro! Com o tema "MARX, O INCONTORNÁVEL: IDEIAS PARA ENFRENTAR 2026 ", reuniremos no Armazém da Utopia, em 9 de maio, nomes de peso como Aaron Benanav, José Paulo Netto, Elias Jabbour e Virginia Fontes. Confira a programação carioca completa e mais detalhes sobre os eventos e promoções do DIA M 2026 no resto do país. [...]

O macho e o cu

23/04/2026 // 8 comentários

Douglas Barros: "O que a fala de Paulo Galo revela é justamente um imaginário do trabalhador cuja genealogia se liga à noção protestante do que é ser trabalhador. Numa sociedade como a brasileira – cujas raízes coloniais permanecem operando os modos de distribuição dos corpos – esse trabalhador imaginário será branco, e sua sexualidade, marcada pela normatividade. Quem dá o cu, supostamente, não trabalha." [...]

Tábua de Frios Socialista

17/04/2026 // 1 comentário

Evgeny Morozov: "Se o socialismo algum dia vai vencer o capitalismo – nas urnas ou nas barricadas –, ele precisa competir no terreno onde o capitalismo agora colhe sua legitimidade mais profunda: a promessa de agência expandida, criatividade intensificada, poderes de criação de mundos distribuídos (por mais desigual e cinicamente que seja) na textura da vida cotidiana." [...]

Morrer por uma causa justa: o individualismo encantado da extrema direita  

17/04/2026 // 1 comentário

Thiago Turibio: "Como o bolsonarismo pôde soldar, com o fogo do entusiasmo, o favelado e o rentista bilionário, o precário e o dono da fábrica, o sem terra e o barão da soja? Em tempos comuns, esse tipo de prestidigitação desmoraliza o mágico, não convence. Algo na materialidade brasileira, e do mundo, deve ter mudado para que a comunidade de interesse fascista voltasse a ter capilaridade e poder de encantamento. " [...]

A criminalização da misoginia e a fabricação da perseguição aos homens 

13/04/2026 // 1 comentário

Camila Galetti e Nathaly Royer: "Pode-se afirmar que a disputa em torno da criminalização da misoginia revela, portanto, uma dimensão mais profunda: trata-se de uma disputa sobre a própria inteligibilidade da violência. Nomear a misoginia não é apenas um ato descritivo, mas um gesto político que torna visível aquilo que determinados projetos de poder buscam ocultar. " [...]

O jornalismo alternativo como alternativa? 

10/04/2026 // 1 comentário

João Pedro Piza e Vitor Forini Lima: "Pensar o jornalismo como prática dialógica exige abandonar a ideia de diálogo como harmonia, consenso ou simples soma de vozes. O diálogo, aqui, não se confunde com interação nem com engajamento. Comentários, curtidas e compartilhamentos não constituem, por si só, práticas dialógicas. Tampouco o pluralismo formal – entendido como a equivalência entre posições estruturalmente desiguais – garante diálogo democrático." [...]

Entre massacres e eleições: a voz indígena do sul andino com Milagros Samillán

10/04/2026 // 1 comentário

Breno Mendoza entrevista a candidata à deputada peruana Milagros Samillán: "O que buscamos, como familiares, é que nenhum dos culpados fique impune, como ocorreu com Alberto Fujimori – que não sejamos obrigados a ver nossos entes queridos partirem sem que a justiça seja feita. Essa é a luta que travamos: garantir que nunca mais se repitam assassinatos como os que vêm ocorrendo ano após ano." [...]

A nova luta de classes é uma luta pelo tempo: da escala 6×1 à gestão algorítmica da vida

08/04/2026 // 1 comentário

Erik Gomes: "O que está em jogo é a própria configuração da classe trabalhadora contemporânea, fragmentada, dispersa, submetida a formas múltiplas e combinadas de subordinação que vão do chão da fábrica ao algoritmo, do contrato de experiência à pejotização compulsória. A pergunta que a mobilização contra a escala 6x1 recoloca, sob forma popular e concreta, é a mesma que atravessa toda a tradição crítica da economia política: quem controla o tempo social?" [...]