A impotência do “eu já sabia!”
Para Douglas Barros, "é preciso levar em consideração que a esquerda da ordem fez de tudo para silenciar as tão evidentes profecias. Entretanto, como Cassandras, sabemos que o “eu já sabia” é miserável em seu esplendor. Se somos Cassandras modernas, também sabemos que o único deus que nos condenou foi o capital, cujo culto à gestão, promovido pela esquerda institucional, lhe prestou tremendos favores". [...]