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Lembrança de Marco Aurélio Garcia

21/07/2017 // 2 comentários

Por Flávio Aguiar / "Esta é a lembrança mais constante que tenho dele: sorridente e feliz, engraçado e irônico, profundo e grave nos momentos necessários, mas sempre pronto para um pique veloz na direção da alegria e do bom humor." [...]

O quadro, a cena, a forca

20/07/2017 // 3 comentários

Por Rosane Borges / "Ao nos empurrarem para tempos pretéritos no que se refere à economia, ao direito trabalhista e à política de costumes, o desgoverno nos obriga a adotar como utopia primordial as boas vindas ao tempo presente. Sonhemos e lutemos para que possamos ressoar em alto e bom som "Bem vindo ao século XXI", ao invés de balbuciarmos, como agora, o triste “Bem vindo ao deserto do real!”" [...]

A valentia dos covardes

18/07/2017 // 3 comentários

Por Mouzar Benedito / "Tenho visto muitas demonstrações de “valentia”, especialmente nas redes sociais, mas são valentes do tipo que chuta cachorro morto. Eles fazem lembrar uma frase de Goethe: “O covarde só ataca quando está a salvo”. Então, aí vai um monte de frases sobre valentes e seus opostos, de Platão a Sartre, passando por Sêneca, Clarice, Che e Martin Luther King Jr., entre outros" [...]

Recomeçar com Marx

12/07/2017 // 4 comentários

Por Ivo Tonet / "Nosso objetivo, nesse texto, é fazer uma rápida aproximação à questão da reconstrução da teoria marxiana, buscando mostrar porque o caminho da ontologia do ser social é mais produtivo para essa empreitada." [...]

O impasse brasileiro e a alternativa portuguesa

10/07/2017 // 3 comentários

Por Ruy Braga / “O recado do sindicalismo lulista parece claro: 2018 aproxima-se e não é hora de apostar na mobilização popular. Todavia, essa posição elide o problema nevrálgico de um eventual terceiro mandato do líder petista: com qual agenda social e econômica Lula iria governar?” [...]

Alá não é Deus. Uma reflexão sobre psicanálise e islamismo

07/07/2017 // 13 comentários

Por Christian Dunker / "O medo não apenas cria monstros, ele cria monstros que falam a nossa língua e são pré-determinados por nossas fantasias. Mas se é verdade que as identidades são sempre baseadas em políticas, disso não decorre que nossas políticas tenham que se basear em identidades." [...]

Os grandes detetives têm intuições, convicção e… provas!

05/07/2017 // 5 comentários

Por Flávio Aguiar / "O mais famoso dos primeiros detetives da Scotland Yard – Jack Whicher –, lembra, de longe, os tenazes procuradores e juízes de Curitiba, Brasília e arredores, empenhados em desdobrar em acusações as suas convicções arraigadas em sua personalidade. Além disto, Whicher, reconhecidamente, inspirou a criação de uma plêiade de detetives ingleses, incluindo o famoso Sherlock Holmes. É. Mas há diferenças gritantes. A mais importante delas é a de que uma vez estabelecida a sua convicção, o trabalho do detetive se concentrava na obtenção de provas materiais que a corroborassem. Sem isto, o caso desabava. " [...]