Colunas

O que se continua buscando no bolsonarismo!?

16/05/2026 // 1 comentário

Felipe Brito: "Tanto as 'normatividades' territoriais armadas quanto a 'prerrogativa' estatal de 'tocar o terror', com suas subjacentes cargas traumatizantes, não apenas municiam um entrincheiramento (hiper)individualista, mas fornecem a ele um contorno securitário (que conduz, por exemplo, ao armamentismo, um dos baluartes do bolsonarismo). E, assim, anaboliza os protótipos de desconfiança (anti)social e abastece as interpelações bolsonaristas." [...]

Recrutando no Shopping 

15/05/2026 // 1 comentário

Bruna Della Torre e Eduardo Altheman: "Recrutar no shopping significa transformar a vida militar em mais um estilo de vida a ser consumido. Ainda mais sintomática do que a ausência dos termos “nacionalismo” ou 'patriotismo', a palavra 'guerra' nunca aparece – embora seja ela, é claro, a raison d’être de toda a operação." [...]

Taxa mínima: por que a principal pauta dos trabalhadores apavora as plataformas?

15/05/2026 // 1 comentário

Marco Gonsales: "Definida como um mecanismo digital de controle e monitoramento remoto da força de trabalho, operado em larga escala e em tempo real, a gestão algorítmica é o aparato técnico que permite às empresas – com a conivência dos poderes legislativos e do judiciário –, individualizar as relações de trabalho e atualizar formas históricas de intensificação do controle e da exploração." [...]

Localizando a maternidade no modo de produção capitalista: um diálogo a partir de Leopoldina Fortunati

10/05/2026 // 1 comentário

Ana Clara Ferrari: "Assim como o capitalismo transforma a experiência da maternidade em máquina de produção de força de trabalho, podemos dizer que, dialeticamente, a experiência da maternidade transforma profundamente a relação das mulheres com a própria existência e o meio em que estão inseridas, a começar pelo mecanismo de controle mais efetivo do capital: o tempo." [...]

“A Fúria”: o ato final de uma trilogia da luta

08/05/2026 // 1 comentário

Diogo Dias: "Ícone do cinemanovismo, Ruy Guerra demonstra seu compromisso com a inventividade cinematográfia e a resistência política na tela. O novo longa, codirigido por Luciana Mazzotti, marca o encerramento da trilogia iniciada em 1964, com 'Os Fuzis', passando por 'A Queda', de 1978 (codirigido com Nelson Xavier), e fecha também um longo ciclo político testemunhado pelas lentes do cineasta." [...]