Artigos por Boitempo

10 livros para pensar o Golpe

31/03/2016 // 6 comentários

A Boitempo preparou uma lista de 10 leituras para pensar o que significa afinal falar em Golpe a esta altura. São 15 livros de autores principalmente nacionais (alguns internacionais também), contemporâneos e clássicos, que refletem sobre democracia, ditadura, estado de exceção, crise de legitimidade, movimentos sociais, história política e econômica do Brasil, de diversas perspectivas no espectro do pensamento de esquerda: do direito, passando pela sociologia do trabalho, pela ciência política, pela filosofia, pela psicanálise, pela história e até pelo esporte! Vale a pena conferir. [...]

Uma cidade e a outra (e a outra) | Mauro Iasi homenageia China Miéville

30/03/2016 // 5 comentários

O conto a seguir foi escrito por Mauro Iasi após a leitura do romance de ficção científica A cidade & a cidade, de China Miéville. Elaborada como homenagem ao premiado escritor e militante socialista inglês, a curta narrativa abaixo se passaria logo depois do que é descrito no livro. Qualquer semelhança com fatos ou possibilidades abertas pela nossa conturbada conjuntura "será negada veementemente em juízo" pelo autor... Boa leitura! Advertência: o texto abaixo não contém "spoilers" comprometedores, mas pra quem ainda não conhece o livro e o autor, recomenda-se vivamente que o faça, antes ou depois de ler o conto de Mauro Iasi – até porque vem aí em junho o aguardado Estação Perdido, romance que fez de China Miéville um escritor mundialmente aclamado. [...]

O carnaval das traições

30/03/2016 // 12 comentários

Flávio Aguiar / "O processo de impeachment à presidenta Dilma Rousseff é um verdadeiro carnaval das traições. Parece traduzir aquele ditado que diz que “o mais inocente matou a mãe para ir no baile dos órfãos”. É difícil puxar o fio da meada, tantos são eles. Comecemos então pelo mais óbvio." [...]

O pacificador

28/03/2016 // 11 comentários

Ruy Braga / "Diante do atual ciclo de greves, desconfio que, entre as incontáveis explicações para a atual crise política, a mais subestimada talvez seja essa: as classes dominantes simplesmente não precisam de uma burocracia sindical incapaz de controlar suas próprias bases." [...]