Artigos por Boitempo

Ivana Jinkings: A resistência cultural é um imperativo desses dias

14/11/2018 // 13 comentários

Queridas amigas e queridos amigos, Em breve teremos no comando do país um militar com discurso e projetos perigosamente próximos do neofascismo. As liberdades democráticas, a valorização da diversidade, a cultura e a existência das organizações político-partidárias e dos movimentos sociais estarão ameaçadas. Mais do que nunca precisamos nos apoiar para garantir que as notícias, os livros, os filmes, as obras de artes visuais e os espetáculos teatrais e musicais progressistas cheguem a todo o país. A resistência cultural é um imperativo desses dias. [...]

Karl Marx romancista e dramaturgo?

12/11/2018 // 1 comentário

O mais recente lançamento da coleção Marx-Engels da Boitempo traz à luz um Karl Marx muito pouco conhecido, e jamais traduzido para a língua portuguesa. Carlos Eduardo Ornelas Berriel, Tercio Redondo e Flávio Aguiar escrevem sobre "Escritos ficcionais", de Marx, no Blog da Boitempo. [...]

Mike Davis: Os “midterms” e a hegemonia de Trump

09/11/2018 // 5 comentários

Por Mike Davis / "Se interpretados de maneira realista, os resultados das eleições de meio de mandato deveriam dissipar qualquer ilusão de que o trumpismo seria um pesadelo passageiro ou um acidente histórico. Nenhum Presidente estadunidense, nem Roosevelt, nem Nixon, jamais exerceu domínio tão inconteste sobre seu partido." [...]

O marxismo surrealista de Michael Löwy

08/11/2018 // 2 comentários

Por Roberto Schwarz / "Michael Löwy é muito conhecido como historiador das ideias da esquerda, e praticamente desconhecido como militante do surrealismo. Entretanto, desde cedo já apostava no valor artístico da profanação." [...]

A revolta do jovem István Mészáros

06/11/2018 // 4 comentários

Por Maria Orlanda Pinassi / "O leitor tem aqui um libelo decisivo contra o stalinismo e a erradicação cosmética anunciada por Khruschov. Na melhor tradição do marxismo húngaro, herdada principalmente da crítica filosófica de Lukács e da perspicácia literária de Déry, Mészáros constrói uma clara exposição sobre o sentido antidialético dado à 'linha política perfeita' e à propagada 'verdade em marcha', bem como desvenda os meandros de um regime que esterilizou a política, instrumentalizou a arte e aprisionou o pensamento." [...]