Muros e silêncios: o ataque ao Charlie Hebdo em perspectiva ampliada
Carlos Eduardo Rebuá / "Por que os ataques de ocidentais contra ocidentais, seja de fanáticos ou da extrema-direita têm uma cobertura mais “soft” do que ataques envolvendo árabes muçulmanos? Em setembro do ano passado a execução de 43 estudantes mexicanos por um cartel criminoso teve uma “leve” repercussão internacional. Será que atentados de organizações criminosas, de grupos neonazistas ou de seitas fanáticas têm um peso menor que aqueles cometidos por islâmicos?" [...]