Artigos por Boitempo

Despedida de um guerreiro de coração vermelho

04/07/2018 // 1 comentário

Por Mauro Iasi / "Wagner foi, e sempre será, meu mestre. Perdi um irmão... perdi um amigo. Uma dor do seu tamanho toma conta da minha vida. Quando seu corpo reencontrava a terra, uma chuva fina caia sobre o Cemitério da Vila Euclides. Quando as lágrimas rolavam descontroladas vi no meio daquele povo a Juracy, mulher negra com seus cabelos brancos, dizendo com seu tom de voz inconfundível (uma das melhores oradoras que já vi falar): “quando chove no enterro de um guerreiro... é para germinar”." [...]

Em busca da “América”

03/07/2018 // 1 comentário

Luiz Bernardo Pericás narra a fantástica "road trip" realizada por Ilf e Petrov, dois escritores soviéticos nos EUA dos anos 30, e depois repetida pelo humorista Ilya Shatunovsky no final dos anos 1960. [...]

Losurdo: Como nasceu e como morreu o “marxismo ocidental”

29/06/2018 // 5 comentários

Foi com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do filósofo marxista italiano Domenico Losurdo na manhã de ontem. Ainda na esteira das homenagens ao autor, reproduzimos aqui um artigo dele que foi posteriormente desdobrado em sua última obra publicada em vida, "O marxismo ocidental: como nasceu, como morreu, como pode renascer" (Boitempo, 2018). [...]

Domenico Losurdo (1941-2018)

28/06/2018 // 7 comentários

Perda imensurável para o pensamento crítico mundial, o filósofo italiano Domenico Losurdo deixa um precioso legado para o pensamento marxista. Leia, no Blog da Boitempo, o trecho final de sua última obra publicada em vida: "O marxismo ocidental: como nasceu, como morreu, como pode renascer". [...]

O desejo de ser outro

26/06/2018 // 2 comentários

Christian Dunker escreve sobre o novo livro de Maria Rita Kehl / "A obra de Maria Rita Kehl inaugura um modo de pensar e de fazer a psicanálise no Brasil, menos colonialista, menos provinciano, menos bovarista. Ela nos mostra como boa clínica é crítica social feita por outros meios. Meios que não são a militância de massa, mas a escuta pessoal de cada um, meios que não se reduzem a oposições genéricas em torno do monopólio da crítica." [...]