Por um feminismo para os 99%: Boitempo promove debates internacionais e curso sobre feminismo negro

Curso “Introdução ao pensamento feminista negro” conta com seis aulas e explora as obras de autoras como Angela Davis, Audre Lorde, bell hooks, Michelle Alexander, Sueli Carneiro e Conceição Evaristo. Intitulado “Por um feminismo para os 99%”, o ciclo de debates conta com a participação de nomes como Judith Butler, Patricia Hill Collins, Preta Ferreira, Silvia Federici e Sonia Guajajara.

De 8 de março a 12 de abril de 2021, a Boitempo realiza o curso Introdução ao pensamento feminista negro e o ciclo de debates internacional Por um feminismo para os 99%. Viabilizada pela Lei Aldir Blanc, a programação conta com 24 pensadoras e ativistas de 5 nacionalidades diferentes. Todas as atividades são gratuitas e sem necessidade de inscrição prévia, inserindo-se no histórico de eventos internacionais promovidos pela editora ao longo de seus mais de 25 anos.

Introdução ao pensamento feminista negro conta com seis aulas semanais, tendo início em 8 de março, data que celebra o Dia Internacional da Mulher. As aulas acontecem sempre às segundas-feiras, às 11h. O ciclo de debates Por um feminismo para os 99% acontece durante o mês de março, nos dias 10, 17, 24 e 31, sempre às 14h. Todas as transmissões serão realizadas pela TV Boitempo, maior canal de editoras da América Latina no YouTube.

A programação foi inspirada pelo manifesto Feminismo para os 99%, escrito por Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser, e publicado pela Boitempo em 2019. Chamando atenção para as mulheres da classe trabalhadora, o objetivo é discutir as premissas de um feminismo incondicionalmente internacionalista e anticapitalista, que cerre fileiras com os movimentos antirracistas, ambientalistas e pelos direitos de trabalhadores e de imigrantes.

Durante o evento, serão lançados os livros O patriarcado do salário: notas sobre Marx, gênero e feminismo (v.1), de Silvia Federici, e Interseccionalidade, de Patricia Hill Collins e Sirma Bilge, além de um e-book gratuito com textos de apoio à programação, com escritos de Aleksandra Kollontai, Amanda Palha, Angela Davis, Nancy Fraser, Sueli Carneiro e Talíria Petrone, entre outras. A editora promoverá, ainda, de 8 a 15 de março, sua tradicional Promoção #8M com descontos de 20 a 50% sobre todas as obras de seu catálogo escritas por mulheres ou que tematizem o feminismo.


Curso “Introdução ao pensamento feminista negro” / Ciclo de debates “Por um feminismo para os 99%”

De 08 de março a 12 de abril de 2021
Transmissões pela TV Boitempo

Realização: Boitempo
Promoção: TVT, Rádio Brasil Atual, Rede Brasil Atual, Revista Quatro Cinco Um, Le Monde Diplomatique, Brasil de Fato, Outras Palavras, Hysteria, Grifa Podcast e Preta, Nerd & Burning Hell
Projeto viabilizado pela Lei Aldir Blanc

#PorUmFeminismoParaOs99

Confira a programação completa (e não deixe de assinar nosso canal no YouTube para receber uma notificação sempre que um vídeo novo for ao ar)!

Curso “Introdução ao pensamento feminista negro”

08/03 – 11h – Aula 01: O pensamento de Angela Davis e Lélia Gonzalez, com Raquel Barreto e mediação de Anne Quiangala (Preta, Nerd & Burning Hell)
15/03 – 11h – Aula 02: O pensamento de Sueli Carneiro, com Rosane Borges e mediação de Carine Nascimento (Ideias Negras)
22/03 – 11h – Aula 03: Poesia e negritude: o pensamento de Audre Lorde e Conceição Evaristo, com Stephanie Borges e mediação de Nina Rizzi
29/03 – 11h – Aula 04: O pensamento de Michelle Alexander, com Juliana Borges e mediação de Luiza Braga (Lado Black)
05/04 – 11h – Aula 05: O pensamento de Patricia Hill Collins, com Nubia Regina Moreira e mediação de Eliane Olliveira (Preta e acadêmica)
12/04 – 11h – Aula 06: O pensamento de bell hooks, com Evilânia Santos e mediação de Camilla Dias (@camillaeseuslivros / Leituras Decoloniais)

Ciclo de debates Por um feminismo para os 99%

10/03 – 14h – Debate Feminismo, comuns e ecossocialismo, com Silvia Federici e Sonia Guajajara, mediação de Bruna Della Torre (Marxismo Feminista)
17/03 – 14h – Debate Feminismo para os 99%, com Cinzia Arruzza e Tithi Bhattacharya, mediação de Isadora Attab (Grifa Podcast)
24/03 – 14h – Debate Feminismo, corpos e territórios, com Judith Butler e Preta Ferreira, mediação de Flávia Biroli
31/03 – 14h – Debate Interseccionalidade, com Patricia Hill Collins e Sirma Bilge, mediação de Lana de Holanda (@transcomunista)

Lançamos um e-book gratuito, com textos de apoio à programação do Curso Introdução ao pensamento feminista negro e do ciclo de debates Por um feminismo para os 99%. São textos de Aleksandra Kollontai, Ana Flauzina, Angela Davis, Flávia Biroli, Judith Butler, Nancy Fraser, Patricia Hill Collins, Rahel Jaeggi, Sirma Bilge, Silvia Federici, Sueli Carneiro, Talíria Petrone e Tithi Bhattacharya.

Disponível nas lojas da Kobo, Google, Apple ou Amazon! Prefere em PDF? Também tem!

Sobre as professoras

Evilânia Santos é psicóloga Clínica (CRP 15/ 5728), Mestranda em Psicologia pela Universidade Federal de Alagoas, Membra do Centro de Cultura e Estudos Étnicos – Anajô, Coordenadora do Núcleo da ANPSINEP (Articulação de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) em Alagoas, Psicanalista em Formação pelo Instituto Liga Lacaniana de Psicanálise.

Juliana Borges é escritora e estuda Política Criminal. É consultora do Núcleo de Enfrentamento, monitoramento e memória de combate à violência da OAB-SP e conselheira da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas. Colunista da Revista Claudia. Autora dos livros Encarceramento em massa (Jandaíra) e Prisões: espelhos de nós (Todavia).
Núbia Regina Moreira é Professora titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Doutora em Sociologia pela UnB, pós-doutorado em Educação pela UERJ. Coordenadora do Grupo de pesquisa Oju Obinrin Observatório de Mulheres Negras (UESB). Membro da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) e da Associação Brasileira de Currículo (ABdC). Seus interesses de pesquisa estão direcionadas para os seguintes temas: produção cultural de mulheres negras, rede de mulheres negras, feminismo negro, trajetórias sociais, teoria e politica feministas; teoria e política curriculares. É autora do livro A organização das feministas negras no Brasil (2ªed. 2018).

Raquel Barreto é historiadora e pesquisadora. Em 2005, escreveu a dissertação Enegrecendo o Feminismo ou Feminizando a raça: Narrativas de Libertação em Angela Davis e Lélia Gonzalez, primeira pesquisa acadêmica realizada sobre as autoras no país. Participou do projeto coletivo de publicação independente dos livros de Lélia González (seu primeiro livro póstumo autoral – Primavera para as Rosas Negras) e da historiadora Beatriz Nascimento, produzidos pela UCPA, em 2018. Prefaciou a edição brasileira do livro de Angela Davis, Uma autobiografia (Boitempo) e dividiu mesas com a própria Davis e Patricia Hill Collins, em 2019. É a co-curadora da exposição da Carolina Maria de Jesus, um Brasil para os brasileiros, que acontecerá no Instituto Moreira Salles, em São Paulo, em junho de 2021.
Rosane Borges é jornalista, pesquisadora Eca-Usp, articulista da revista Istoé e do blog da auditora aboliremos, autora de diversos livros entre eles, Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro (2004), Perfil biográfico de Sueli Carneiro (2009), Mídia e racismo (2012), Esboços de um tempo presente (2016).
Stephanie Borges é jornalista, tradutora e poeta. Seu livro de estreia Talvez precisemos de um nome para isso (2019) venceu o IV Prêmio Cepe Nacional de Literatura. É uma das autoras da antologia As 29 poetas hoje, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda (2021). Traduziu prosa e poesia de autoras como bell hooks, Audre Lorde, Jacqueline Woodson, Claudia Rankine, Alice Walker e Margaret Atwood. Produz e apresenta o podcast Benzina em parceria com o antropólogo Orlando Calheiros.

Sobre as debatedoras

Cinzia Arruzza é professora associada de losoa na New School for Social Research, na cidade de Nova York. Ela é autora de Dangerous Liaisons: e Marriages and Divorces of Marxism and Feminism (Merlin Press, 2013), de A Wolf in the City: Tyranny and the Tyrant in Plato’s Republic (OUP, 2018) e, junto com Nancy Fraser e Tithi Bhattacharya, de Feminismo para os 99% : um manifesto (Boitempo, 2019). Foi uma das principais organizadoras da Greve Internacional das Mulheres nos Estados Unidos e integra o coletivo editorial da Viewpoint Magazine
Judith Butler é professora Maxine Elliot dos Departamentos de Retórica e de Literatura Comparada, além de codiretora do Programa de Teoria Crítica, da University of California, em Berkeley. É membro do conselho consultivo da organização Jewish Voice for Peace e faz parte do quadro executivo da Faculty for Israeli-Palestinian Peace, nos Estados Unidos, e do centro cultural The Freedom Theatre, no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. Tornou-se referência nos estudos queer e tem diversos livros publicados no Brasil. Pela Boitempo, publicou Caminhos divergentes: judaicidade e crítica do sionismo (2017) e A força da não-violência (previsto para 2021).
Silvia Federici nasceu na Itália, em 1942, e é escritora, professora e militante feminista. No fim da década de 1960, mudou-se para os Estados Unidos; lá, em 1972, ajudou a fundar o International Feminist Collective [Coletivo Internacional Feminista] e, então, lançou uma campanha por salários para o trabalho doméstico. É autora de diversos livros, dentre eles Mulheres e caça às bruxas (2019) e O patriarcado do salário (2021), ambos publicados no Brasil pela Boitempo.
Sonia Guajajara, liderança indígena e ambiental, é coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e foi agraciada com vários prêmios, entre eles a Ordem do Mérito Cultural (2015). É formada em letras e em enfermagem, e especialista em educação especial pela Universidade Federal do Maranhão. Em 2018, foi candidata à co-Presidência da República pelo PSOL, junto com Guilherme Boulos.
Patricia Hill Collins é professora emérita do departamento de sociologia da Universidade de Maryland. Foi a primeira mulher negra a presidir a Associação Americana de Sociologia. É considerada, ao lado de Angela Davis e bell hooks, uma das mais influentes pesquisadoras do feminismo negro nos Estados Unidos. Pela Boitempo, publicou Pensamento feminista negro (2019) e Interseccionalidade (escrito com Sirma Bilge, 2021).
Preta Ferreira formou-se publicitária em 2012 e passou a atuar no universo da cultura, do qual até hoje faz parte. É produtora de filmes, shows e eventos; apresentadora do boletim web Lula Livre; atriz; cantora… enfim, uma multiartista. Atualmente também tem dado palestras e participado de eventos sobre racismo, feminismo, preconceitos, justiça social, abolicionismo e questões de moradia. Em 2020, publicou Minha carne: diário de uma prisão pela Boitempo.

Sirma Bilge é professora catedrática no departamento de sociologia da Universidade de Montréal, onde leciona cursos de graduação e pós-graduação sobre gênero e sexualidade, racismo, nacionalismo e relações étnicas, abordagens pós-coloniais e descoloniais. Pela Boitempo, publicou Interseccionalidade (escrito com Patricia Hill Collins, 2021).

Tithi Bhattacharya é professora associada e diretora de estudos globais na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos). Ela é autora de Sentinels of Culture: Class, Education, and the Colonial Intellectual in Bengal (OUP, 2005 ) e, junto com Nancy Fraser e Tithi Bhattacharya, de Feminismo para os 99% : um manifesto (Boitempo, 2019). Editora de Mapping Social Reproduction Theory (Pluto Press, 2017). Foi uma das principais organizadoras da Greve Internacional das Mulheres nos Estados Unidos e integra o coletivo editorial da Viewpoint Magazine.

Sobre as mediadoras

Anne Quiangala é idealizadora do Preta, Nerd & Burning Hell – um blog sobre #nerdiandade Preta e Feminista (2014 até o presente) e uma das poucas fãs da série Birds of Prey, só tem itens da DC, mas é marvete. Mestra em literatura pela UnB, doutoranda em estudos do horror negro, estuda o discurso do horror escrito por mulheres negras.

Bruna Della Torre é professora substituta no Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília e editora executiva da revista Crítica Marxista. Realizou pós-doutorado no Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP sob a supervisão de Jorge de Almeida, com estágio de pesquisa na Universidade Humboldt sob supervisão de Rahel Jaeggi e no Arquivo da Akademie der Künste, em Berlim. Doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (bolsista Capes) e Mestra em Ciência Social (área de concentração Antropologia Social) pela mesma Universidade sob a orientação de Lilia Moritz Schwarcz (2012 – bolsista Fapesp). É pesquisadora associada ao Laboratório de Estudos de Teoria e Mudança Social (Labemus) e membra fundadora da coletiva Marxismo Feminista.
Camilla Dias é Assistente Social, Mediadora de leitura e pós-graduada em Docência em Literatura e Humanidades. Produtora de conteúdo independente na rede social Instagram @camillaeseuslivros desde 2015. Participou de palestras, oficinas, mediação e debates. Esteve como júri no “Prêmio São Paulo de Literatura” (2018) e como curadora no projeto “Leia para uma criança” (2019) organizado pelo Itaú Social. Atualmente é Mediadora em um dos coletivos “Leia Mulheres” na cidade de Santo André/SP, no “Projeto Livro Livre” voltado para formação do leitor literário e no projeto “Leituras Decoloniais”.
Carine Nascimento trabalha com comunicação-educação, é educadora no Cursinho Popular Carolina de Jesus, produz e apresenta o podcast Ideias Negras e foi apresentadora do Podcast Programa Ponto G.
Eliane Olliveira, graduada e mestra em Ciências Sociais, pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afrobrasileiro – NEIAB, da Universidade Estadual de Maringá/PR. Criadora da página Preta e Acadêmica, representante no Paraná da Rede Ciberativistas Negras.

Flávia Biroli é doutora em História pela Unicamp. É professora associada do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília e pesquisadora do CNPq. Foi presidenta da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP, 2018-2020). Fez parte do Grupo de Assessoras da Sociedade Civil da ONU Mulheres (2016-2017) e dos Grupo de Especialistas da Commission on the Status of Women (CSW, ONU) em 2019 e 2020. Foi editora da Revista Brasileira de Ciência Política (2009-2017) e editora-associada da revista Politics & Gender (2018-2019). É autora, entre outros, de Feminismo e política (escrito com Luis Felipe Miguel, Boitempo, 2014), Gênero e desigualdades: limites da democracia no Brasil (Boitempo, 2018), Gênero, neoconservadorismo e democracia (com Maria das Dores Campos Machado e Juan Vaggione, Boitempo, 2020).

Isadora Attab é jornalista formada pela Cásper Líbero e historiadora formada pela FFLCH-USP, com especializações na área de Ciências Sociais. Militante anticapitalista e feminista, produz e apresenta o Grifa Podcast, que articula teoria feminista com discussões atuais e práticas revolucionárias.

Lana de Holanda, mulher trans/travesti [usa os dois termos], feminista e ecossocialista. Comunicadora e mobilizadora digital, educadora popular, ex-assessora de Marielle Franco e colunista no portal Lado B do Rio.
Luiza Braga é Londrinense e Podcaster no Lado Black, Artista, Produtora Cultural no Coletivo Quizomba, Batuqueira de Maracatu, Sambista e militante do Movimento Cultural e Feminista. Durante o período de 2016 a 2019 foi Conselheira de Cultura da setorial de Tradições Populares, sendo Presidenta do Conselho na gestão de 2017-2019.

Nina Rizzi é poeta, tradutora, pesquisadora e professora. Traduziu obras de Alejandra Pizanik, Susana Thénon, Clorinda Matto de Turner, bell hooks, entre outras. É autora de “tambores pra n’zinga”, “a duração do deserto”, “geografia dos ossos”, “quando vieres ver um banzo cor de fogo” e “sereia no copo d’água”. Vive em Fortaleza, onde faz laboratórios de escrita criativa com mulheres e integra as coletivas Pretarau: Sarau das Pretas e Sarau da B1.

2 comentários em Por um feminismo para os 99%: Boitempo promove debates internacionais e curso sobre feminismo negro

  1. Maria Clara Martins // 03/03/2021 às 12:02 pm // Responder

    Que lindo! As aulas ficaram gravadas?

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    • Sim! Só se inscrever lá na TV Boitempo (youtube.com/tvboitempo) e ativar o “sininho” pra receber as gravações em primeira mão!

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