eleições 2018

De dezembro de 1968 a outubro de 2018

11/12/2018 // 2 comentários

Por Luis Felipe Miguel / "Ao escolher Bolsonaro, investir em sua candidatura, blindá-la contra questionamentos e fechar a porta para qualquer repactuação da ordem democrática fraturada com o golpe de 2016, a classe dominante brasileira decidiu abraçar sem disfarce um programa de retrocesso acelerado e violência social." [...]

Democracia e memória

23/11/2018 // 5 comentários

Por Luis Felipe Miguel / "A retomada da democratização do Brasil, quando ocorrer, terá que produzir uma nova política da memória. Tal como o sono da razão, a amnésia também cria monstros. A ausência de consciência histórica foi central para que um discurso como o de Bolsonaro ganhasse a força que ganhou." [...]

O doloroso abandono do direito pelo capitalismo

01/11/2018 // 3 comentários

Por Joelton Nascimento. / "O livro 'Crise e golpe' de Alysson Mascaro é de longe sua obra mais importante até o momento. Ele tanto estabelece a maturidade de sua concepção teórica quanto a põe sob à prova na realidade conturbada do presente. Com três capítulos inéditos e sete recolhidos de outras publicações, o livro perfaz um estudo sobre os anos de crise brasileira de 2013-2018 sob a ótica da filosofia crítica do direito e do estado." [...]

Mais Mano Brown: reflexões pós-eleições (parte 1)

01/11/2018 // 4 comentários

Por Juliana Borges / "O discurso de Mano Brown foi muito mal interpretado, principalmente pelos setores médios do progressismo. Mas o intelectual orgânico, forjado nas ruas do Capão Redondo, estava apenas alertando para como a barbárie havia se instaurado nas relações e no cotidiano das periferias e o quanto a falta de presença e de construção coletiva estava cegando a nossa defesa por princípios democráticos." [...]

Aspectos ideológicos do bolsonarismo

31/10/2018 // 12 comentários

Por Felipe Catalani / "A própria ameaça se tornou um dos cernes da ideologia: com o poder de ameaçar sente-se que algum poder é possível ter, nem que seja o de botar medo, mesmo que para além disso não se tenha poder algum. A única felicidade possível do bolsonarista, que não é felicidade alguma, é o prazer proporcionado pela ameaça ou pela punição, em que se misturam ressentimento e requintes de sadismo." [...]