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A intervenção no Rio de Janeiro e o avanço do fascismo no Brasil

19/02/2018 // 7 comentários

Por Carlos Eduardo Martins / "Os objetivos reais desta operação selam um novo pacto de aliança entre o monopólio midiático e o governo Temer. Trata-se, de um lado, de reorientar a agenda de combate à criminalidade, da busca de criminosos de grande porte, do andar de cima da sociedade, para os oriundos dos extratos populares, de pequeno e médio porte; e de oferecer uma alternativa eleitoral competitiva para aqueles que disputam o controle sobre o golpe de Estado na sociedade brasileira." [...]

A educação sexual das crianças: a enunciação repressiva

07/02/2018 // 6 comentários

Por Christian Dunker / "Já que o relativismo comportamental é a lei geral, por que não usar a mesma regra para enunciar valores tradicionais? Já que o feminismo está se colocando por toda parte por que não voltar a vestir o machismo escancarado? É esta inversão imaginária que comanda a gramática conservadora contemporânea por meio da moral dupla e da enunciação repressiva." [...]

Um livro imperdível?

29/01/2018 // 4 comentários

(Tomara que acreditem! Pode não ser tão imperdível assim, mas eu acho que está gostoso de ler. Não é um livro “para crianças”, mas pode ser lido por crianças também) [...]

E agora? É hora de chutar o tabuleiro!

26/01/2018 // 26 comentários

Por Mauro Iasi / "Marx disse certa vez que não se deve brincar com a insurreição se não quiser levá-la até as últimas consequências. Ao que parece o lulopetismo espera que as massas garantam que Lula não seja preso e dispute as eleições, mas que depois saiam de cena para que tudo volte aos trilhos da normalidade para que se possa remendar o pacto social esgarçado pelo golpe. De certa maneira a rebelião das massas se converte em um instrumento de chantagem ou ameaça para que os segmentos burgueses caiam em si e aceitem renegociar os termos do pacto." [...]

Os juízes sem juízo

26/01/2018 // 22 comentários

Por Flávio Aguiar / "Disse o excelente jornalista Mark Weisbrot no NY Times que as argumentações apresentadas contra o réu não seriam aceitas num tribunal norte-americano. Porque falavam apenas de indícios e de denúncias de gente favorecida por os e as apresentarem, não de provas. Mas é bom devolver a Washington o que é de Washington. Ao contrário do que diz o senso comum, inclusive o de esquerda, o modelo em voga de “soft coup” ou de “golpe branco” não nasceu em Honduras." [...]

Uma chance para a Política

24/01/2018 // 1 comentário

Por Antonio Martins / "A História teima em não terminar. Planejado para consolidar poder conservador, julgamento de Lula pode abrir uma nova onda de mobilização popular." [...]