Vem aí… livros da Boitempo em 2016!

boitempo 2016

No ano passado, a Boitempo completou 20 anos de história, com uma trajetória editorial de se orgulhar e muitos planos para o futuro. Neste post, anunciamos alguns dos destaques da nossa programação editorial para 2016! Vem muita coisa boa por aí… de clássicos de Marx e Lukács a teóricos contemporâneos, passando por literatura nacional e internacional até quadrinhos e infantis! Mas, pra começar, não dá pra não falar de dois livraços de temática feminista previstos para este ano…

angela mary

Reivindicação dos direitos da mulher, de Mary Wollstonecraft

O primeiro é um clássico incontornável do século XVIII, e vai pra quem ainda acha que lutar pelos direitos das mulheres é moda recente. Escrita em resposta à constituição francesa de 1789, a obra demonstra como nas próprias origens do modernidade pulsava a luta pela emancipação feminina. A autora, Mary Wollstonecraft, foi uma rara intelectual libertária, uma ativista das causas dos oprimidos, cuja militância antiescravagista é hoje reconhecida oficialmente com sua introdução formal no panteão dos abolicionistas ingleses. Para o livro, que até hoje é considerado um dos documentos fundadores do feminismo, preparamos um bela edição comentada e com prefácio inédito escrito por Maria Lygia Quartim de Moraes, que contextualiza a obra e ressalta sua atualidade no Brasil de hoje.

Mulheres, raça e classe, de Angela Y. Davis

O segundo é uma pedrada do feminismo da segunda metade do século XX. Escrito pela filósofa e militante Angela Yvonne Davis, o livro traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anti-capitalista, a luta feminista e a luta antirracista.

Mulheres e mundo do trabalho, organizado por Alice Rangel de Paiva Abreu, Helena Hirata  e Maria Rosa Lombardi

Além desses dois livros canônicos da tradição feminista, preparamos ainda um nacional inédito que atualiza o debate contemporâneo sobre a desigualdade de gênero no mundo do trabalho hoje. Organizado por uma equipe interdisciplinar encabeçada por Helena Hirata (autora de Nova divisão sexual do trabalho?), Alice Rangel de Paiva Abreu e Maria Rosa Lombardi, a antologia elabora um rol impressionante de dados novos de pesquisa de campo no centro e na periferia do capitalismo, para mostrar como a disparidade salarial, a dificuldade para ascender na carreira e a segregação enfrentadas por mulheres são problemas globais. Em um estudo aprofundado sobre as dinâmicas contemporâneas de exploração cruzada, o livro esmiúça questões como a divisão sexual das tarefas domésticas; a integração das mulheres nas carreiras científicas, tecnológicas e artísticas; a articulação entre relações sociais de classe, raça, gênero e trabalho; as problemáticas do cuidado e do trabalho emocional; a nova agenda do combate à violência e as políticas públicas frente ao aumento da expectativa de vida.

As mulheres e os homens, de Luci Gutiérrez (ilustrações) e Equipo Plantel (idealização e texto)

É claro que a discussão sobre a igualdade de gêneros também não podia ficar de fora da programação do Boitatá, o novo selo infantil da Boitempo! Como as crianças estão sendo educadas e o que significa, para elas, ser mulher ou homem? Meninas usam rosa e meninos usam azul? Partindo da ideia de que as mulheres e os homens são pessoas iguais, com gêneros diferentes, o livro propõe uma reflexão lúdica que estimula e leva a sério a capacidade questionadora dos pequenos leitores:

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No traço da premiada ilustradora espanhola Luci Gutiérrez, o livro propõe uma reflexão sutil e inteligente sobre como desde pequenos os meninos e as meninas são tratados de formas distintas.

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O que são classes sociais?, de Juan Negrescolor (ilustrações) e Equipo Plantel (idealização e texto)

E como não dá pra tratar de desigualdade de gênero sem discutir desigualdade de classe… Partindo da premissa de que todas as pessoas são iguais, mas que existem coisas que as tornam desiguais, o livro expõe de um jeito simples a complexidade das dinâmicas sociais e do mundo do trabalho. Por que uns têm mais do que outros? Por que uns mandam mais do que outros? Por que uns vão para a universidade e outros param de estudar para trabalhar? Brincando com a metáfora do jogo de tabuleiro “cobras e escadas”, o livro desconstrói o mito da meritocracia e traz uma importante lição: a de que todas as pessoas têm os mesmos direitos e que, enquanto houver desigualdade, haverá a busca por uma sociedade mais justa!

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Junto com A ditadura é assim A democracia pode ser assimos dois infantis fecham a coleção “Livros para o Amanhã” que acaba de receber o prêmio de melhor não-ficção infantil pelo maior evento de literatura infantil do mundo – a Feira do Livro de Bolonha.

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“Uma coleção que nasceu nos anos 1970, que recupera e atualiza uma série de temas de grande relevância política e social para a formação de leitores independentes. As imagens e os textos favorecem uma reflexão aberta sobre a atualidade”, diz o parecer do júri do Ragazzi Award (2016), prêmio da Feira do Livro de Bolonha.

O capital, Livro III, de Karl Marx

Certamente um dos livros mais aguardados do ano é este volume final da obra-prima de crítica da economia política de Marx. Intitulado “O processo total da produção capitalista”, o livro procura conjugar o movimento do Livro I (dedicado ao “processo de produção do capital”) e do Livro II o (dedicado ao “processo de circulação do capital”). Embora o livro possa ser considerado em muitos sentidos o ápice da obra (é nele que está contido, por exemplo, a famosa apresentação do problema da queda tendencial da taxa de lucro, bem como toda a discussão sobre capital financeiro), o livro III de O capital é também um texto muito delicado porque não chegou a ser finalizado em vida pelo autor. Por isso é tão importante que a edição da Boitempo é a primeira realizada a partir dos documentos da MEGA-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), que traz a mais completa e minuciosa apuração dos manuscritos, notas e apontamentos de Marx e das edições de Friedrich Engels. O livro está sendo traduzido direto do original em alemão por Rubens Enderle, que venceu o Prêmio Jabuti em 2014 pela tradução do Livro I de O capital pela Boitempo.

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17 contradições e o fim do capitalismo, por David Harvey

2016 também tem livro novo de David Harvey! Karl Marx descreveu o capital como um sistema permeado de contradições internas; David Harvey listou e destrinchou todas elas: são dezessete. Neste livro, vemos um dos mais influentes marxistas da atualidade sintetizar sua experiência de compreensão das dinâmicas do capital em um explosivo manifesto que busca desafiar o regime capitalista de uma vez por todas. Não é à toa que Harvey considera este o “livro mais perigoso” que já escreveu…

Cidades sitiadas: o novo urbanismo militar, de Stephen Graham

Sai pela coleção Estado de Sítio, coordenada por Paulo Arantes, uma das mais originais e assombrosas análises contemporâneas de como a militarização permeia hoje todas as áreas vitais da vida social nas grandes cidades do mundo. Revelando uma bateria de dados tão fascinante quanto perturbadora, o autor desenha os contornos de uma nova lógica mundial que esfumaça as fronteiras entre o civil e o militar, descortinando um novo cenário político e econômico em que a guerra migrou para o seio do espaço urbano. Quem quiser um gostinho da pesquisa de Stephen Graham, recomendamos vivamente o artigo dele publicado no livro de intervenção Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superaçãoPara entender um pouco a relevância do livro para o Brasil de hoje, vale a pena conferir este comentário da urbanista Raquel Rolnik no Seminário Internacional Cidades Rebeldes, organizado pela Boitempo em parceria com o Sesc-SP em 2015:

A legalização da classe operária, por Bernard Edelman

Este é certamente o livro mais polêmico que preparamos para 2016… Regulamentação da jornada de trabalho, férias remuneradas, reforma da dispensa, direito de greve, reconhecimento da organização sindical… E se todas essas históricas conquistas trabalhistas no âmbito jurídico representassem na verdade momentos fundamentais da derrota política da classe trabalhadora? O filósofo francês Bernard Edelman conseguiu produzir uma análise extemporânea de como o ímpeto revolucionário da classe trabalhadora aprisionou-se na armadilha jurídica da burguesia. Escrito em linguagem clara e acessível, recheada de ironias ácidas, o livro fornece ferramentas indispensáveis para pensar a luta de classes hoje. Nas palavras do autor:”A greve é operária, o direito de greve é burguês. A greve só atinge a legalidade em certas condições, e essas condições são as mesmas que permitem a reprodução do capital.”

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(Quem gosta de marxismo e direito vai adorar saber que a Boitempo está preparando uma tradução inédita do incontornável Teoria geral do direito e marxismo, de Evgeni Pachukanis!)

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Marx e Engels como historiadores da literatura, por György Lukács

O próximo livro pinçado por José Paulo Netto e Ronaldo Vielmi Fortes para a Biblioteca Lukács é uma obra fundamental para as discussões relativas à estética marxista. Lukács recupera o tratamento que Marx e Engels dedicaram ao tema da estética e busca demonstrar que embora de um modo não sistematizado, nas reflexões deles estão presentes os traços mais essenciais do fundamento de uma estética de cunho primordialmente realista.

Quem gosta de estética também vai ficar feliz em saber que estamos preparando também a primeira edição em língua portuguesa da monumental Estética de Lukács, a ser publicada na íntegra. Outros títulos engatilhados para a Biblioteca Lukács são O jovem Hegel: sobre as relações entre dialética e economia, Existencialismo ou marxismo?, Pensamento vivo: uma autobiografia em diálogo, Goethe e seu tempo e Probleme des Realismus II, entre outros… Pra saber mais sobre a Biblioteca Lukács, vale a pena conferir esta postagem aqui. E pra aprofundar os estudos sobre o filósofo húngaro, nada melhor do que acompanhar o Curso Livre György Lukács que está rolando toda sexta na TV Boitempo, com 10 aulas de alguns dos maiores estudiosos de Lukács no Brasil!

Estação Perdido, de China Miéville

Desviando um pouco do tema do realismo, mas não da estética marxista… Esse ano sai Estação Perdido, o catatau de mais de 600 páginas que tornou o escritor contemporâneo China Miéville mundialmente conhecido. Quem não conhece o sujeito e fizer uma busca rápida na internet vai encontrar imagens de um sujeito careca, cheio de piercings na orelha esquerda, musculoso e com cara de skinhead. Mas de skinhead hooligan Miéville não tem nada: formado em Antropologia Social por Cambridge em 1994, com Mestrado e Doutorado em marxismo e direito pela London School of Economics, Miéville atualmente é professor da Warwick University. Trotskista de carteirinha e membro do Partido Socialista Inglês, concorreu em 2001 a um cargo na Câmara dos Comuns (não ganhou). Além disso tudo, é um premiado escritor de fantasia contemporânea– já foi duplamente contemplado pelo British Fantasy Award e recebeu três vezes o Arthur C. Clarke Award. Pra ter uma ideia de como ele integra o marxismo com o fantástico, vale a pena ler seu artigo intitulado “Marxismo e fantasia“, que saiu na revista da Boitempo, a Margem Esquerda. Em 2014, a Boitempo deu início à publicação de sua obra com o romance A cidade & a cidade, vencedor do Hugo Awards (o mais importante do gênero da ficção científica). E pra quem entende inglês, não deixe de assistir esta afiada e bem-humorada conferência dele sobre por que a esquerda deve se apropriar do “dia das bruxas”:

Cânone gráfico, vol. 3, organizado por Russ Kick

Pra quem curte releituras contemporâneas de literatura moderna, chega este ano também o aguardado volume final da monumental antologia Cânone Gráfico: clássicos da literatura universal em quadrinhos, publicada pelo selo de quadrinhos da Boitempo, o Barricada. Se os volumes anteriores (I e II) cobriram as manifestações literárias da Epopéia de Gilgamesh a Shakespeare, passando por Nietzsche, Dickens, Hugo, Poe, Blake e tantos outros do séuculo XIX… sobrou para o volume 3 nada menos do que o filé da literatura moderna de Kafka, Proust, Beckett, Orwell, Camus, Huxley, Kerouac, Joyce, Hemmingway,, T. S. Eliot, Fitzgerald, Nabokov, García Márquez e Borges, até mais contemporâneos como Umberto Eco, Thomas Pynchon, J. G. Ballard, Haruki Murakami e David Foster Wallace… O trecho abaixo, é da adaptação que Robert Crumb fez do romance A náusea, de Jean Paul Sartre:

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Caio Prado Júnior.: uma biografia política, de Luiz Bernardo Pericás

Sai ainda em março a aguardada biografia política do historiador marxista Caio Prado Júnior! Baseado na leitura minuciosa de centenas de documentos (muitos deles inéditos), o historiador Luiz Bernardo Pericás, ilumina a trajetória de um dos maiores intérpretes da realidade brasileira. Figura emblemática no desenvolvimento do marxismo nas Américas, Caio Prado Júnior se tornou conhecido tanto pela originalidade de seu pensamento quanto pela militância política, que o levou a uma intensa atuação na Aliança Nacional Libertadora (ANL) e no Partido Comunista do Brasil (PCB). Seu esforço para entender a condição periférica do país em relação a outras economias e sua preocupação constante com a elevação material, cultural e de consciência política das massas fez com que escrevesse livros como Formação do Brasil contemporâneo, cuja tese “Sentido da colonização” consta como marco na historiografia nacional. Na melhor tradição das biografias políticas, Pericás mostra como o ativismo repercutiu na vida e na obra de Caio Prado Júnior, indo das primeiras leituras às viagens para o exterior (inclusive para os países socialistas), do golpe de 1964 aos debates sobre a revolução brasileira, do breve exílio no Chile ao retorno seguido de encarceramento, chegando por fim ao legado de seu ideário para a esfera pública. Quem quiser dar uma espiada, essa é a capa do livro que acabamos de fechar para a gráfica:

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Desigual e combinado: capitalismo e modernização periférica no Brasil do século XXI, organizado por André Singer e Isabel Loureiro

E é pra pensar os rumos do desenvolvimentismo na periferia do capitalismo e a atualização da tradição marxista hoje que se dedica este novo livro do Cenedic (centro de pesquisa sediado na USP e fundado, entre outros, por Chico de Oliveira em 1995). Organizado pelos cientistas políticos André Singer e Isabel Loureiro, com estudos de Ruy Braga, Maria Elisa Cevasco, Wolfgang Leo Maar, Cibele Rizek, Ana Amélia da Silva entre outros, a obra busca dar conta dos processos de mudança que vêm ocorrendo no Brasil a partir da crise de 2008, a partir de três eixos principais: Coalizões de classe e sindicalismo hoje, Resistência, pobreza e política e Gestão cultural da pobreza, representações de classe e crítica cultural.

15 05 13 Löwy na Boitempo Foto Artur Renzo

Michael Löwy: crítica e autocrítica da modernidade, por Fábio Mascaro Querido

Ainda no primeiro semestre de 2016 outro perfil intelectual de um pensador brasileiro marxista de primeira: Michael Löwy. Destrinchando os principais períodos, influências e temas do pensamento de Löwy, o livro é uma excelente introdução à trajetória crítica e aos debates suscitados pela experiência intelectual do sociólogo franco-brasileiro. E material precioso para quem quiser mapear mais sistematicamente o conjunto da obra de Löwy, dos anos de formação reavaliando a experiência filosófica de György Lukács aos atuais engajamentos na luta ecossocialista. Enquanto o livro não chega, que tal conferir os vídeos do curso Sociologia marxista da religião, de Michael Löwy, na TV Boitempo?

Dicionário gramsciano, organizado por Guido Liguori e Pasquale Voza

Deixamos por último um dos maiores destaques do ano… Sai no segundo semestre de 2016 o monumental dicionário gramsciano, organizado por Guido Liguori e Pasquale Voza! Com quase mil páginas, a obra organiza em mais de cem verbetes a constelação do universo conceitual de Antonio Gramsci. Elaborado por uma equipe de alguns dos maiores estudiosos da obra gramsciana hoje, o livro oferece uma introdução aprofundada e lúcida a um dos maiores pensadores e militantes marxistas do século vinte.

marx thats not all

E ainda tem muito mais… pra este ano ainda preparamos livros inéditos de Marx, Raymond Williams, Agamben e Žižek, além de um novo romance contemporâneo brasileiro, um quadrinho do selo Barricada e mais um livro infantil do Boitatá… entre outros que anunciaremos em breve! Sem contar, as duas edições da revista da Boitempo, a Margem Esquerda, que preparamos para este ano.

… E pra terminar, um livro que preparamos para o ano que vem, 2017: Parting ways: Jewishness and the Critique of Zionism, de Judith Butler! 🙂

16 comentários em Vem aí… livros da Boitempo em 2016!

  1. Adorei, vou ler com mais calma e comprar alguns livros. Boitempo, o que há de melhor.

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  2. Sérgio Luiz // 03/03/2016 às 17:08 // Resposta

    Valeu pelas informações.

    Enviado pelo meu Windows Phone ________________________________

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  3. Fernando Franca // 03/03/2016 às 17:16 // Resposta

    Há a chance de algum dia a Boitempo publicar os volumes de “Cadernos do Cárcere”, do Gramsci? Esse é um sonho que alimento.

    Curtido por 1 pessoa

  4. aldisio filgueiras // 03/03/2016 às 17:42 // Resposta

    Excelente “cardápio” para 2016. Mas cadê a “Biografia não autorizada do Brasil”, do Francisco Oliveira, anunciada desde 2014?

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  5. Rosane Borges // 03/03/2016 às 18:07 // Resposta

    Títulos maravilhosos. Muito bom!

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  6. Sandra Fernandes // 03/03/2016 às 20:06 // Resposta

    Adorei. Mas vocês anunciaram uma obra de Christian Laval…Espero que a publique

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  7. Alexandre Braz e Silva // 04/03/2016 às 1:18 // Resposta

    Boa noite,gostaria de receber a relação completa dos lançamentos informados,respectivos preços e condições de pagamento.Obrigado,

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  8. Parabens pela ediçao do Capital , aguardo o volume 4, que trata da historia da mais valia.

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  9. Como sugestao : as obras de LENIN e TROTSKY, com a qualidade das traduçoes que a Boitempo tem feito com as obras de Marx e Engels.

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  10. Longa vida a China Miéville. Já era tempo de a literatura fantástica ter um escritor marxista, esse gênero é dominado por gente da direita e por cristãos, alguns até reacionários e fundamentalistas. Os nomes não menciono para não fazer propaganda. Aguardo o lançamento desse livro.

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  11. Antônio Beethoven Carneiro Gondim // 21/04/2016 às 1:24 // Resposta

    Ilustríssimos Senhores Editores.
    Quanto aos títulos supracitados, trata-se de aquisições valiosas para a cultura lusófona, que de há muito ansiava por eles! Parabéns, Boitempo, por essa imprescindível iniciativa editorial, que faz de seus livros obras incomparáveis! Aproveitando o ensejo, eu gostaria, por favor, de lhes indagar: existe alguma possibilidade, por mais remota que seja, de uma futura tradução ser feita a partir da sugestão de um leitor? Se sim, eis aqui alguns títulos que bem mereceriam estar disponíveis ao utente da Língua Portuguesa:
    1) ANDERSON, Perry. Arguments Within English Marxism;
    2) ENGELS, Friedrich. Ludwig Feuerbach und der Ausgang der Klassischen Deutschen Philosophie;
    3) THOMPSON, Edward Palmer. The Poverty of Theory or An Orrery of Errors.
    Sem mais no momento, aqui me despeço.
    Atenciosamente, Prof. Antônio Beethoven.

    Curtido por 1 pessoa

  12. Esperando pela A destruição da razão, de Georg Lukács… Será que sai algum dia?

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  13. Manuel Soares // 15/07/2016 às 23:46 // Resposta

    A DESTRUIÇÃO DA RAZÃO é obra fundamental, uma das principais de Lukács. Ainda espero…

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  14. Por favor, lancem TEORIA GERAL DO DIREITO E MARXISMO de EVGNEY PASHUKANIS!!! Será que virá em 2017?!!

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  15. Zare Augusto Brum // 21/10/2016 às 19:23 // Resposta

    Quando vai sair o Livro III do Capital??

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  16. Muito fã da Boitempo, obrigado pelo excelente trabalho

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