As greves de 2026 na USP e a irrupção do proletariado estudantil
Lincoln Secco: "Ao abrir-se tardia e incompletamente para as filhas da classe trabalhadora, a USP desencadeou processos que nem a coerção administrativa, nem o apelo à repressão policial poderão conter. Vai soar a hora de reconhecermos que anualmente estudantes que trabalham na universidade e vivem de auxílios indispensáveis ao estudo demandarão reajustes. Para trabalho (reconhecido ou não) é preciso que haja salário de verdade e digno." [...]