Decupar o mal-estar freudiano como exercício de descolonização da escuta clínica em solo brasileiro
Raoni Machado Moraes Jardim: "Deivison Faustino, ao propor o termo “Mal-estar colonial”, lança um paralelo relevante entre o mal-estar da entrada na civilização – essa condição desprazerosa da vida em sociedade – e uma certa condição racista da vida em sociedade a partir do capitalismo colonial, muito mais intensamente percebida entre as populações não brancas. De fato, o alinhamento entre esses dois sentidos de mal-estar parece se manifestar amplamente, por exemplo, no contexto brasileiro atual." [...]