Cronologia do golpe

 

26/10/2014: A presidenta Dilma Rousseff é reeleita com 54,5 milhões de votos.

29/10/2014: Banco Central eleva a taxa Selic de 11% a.a. para 11,25% a. a., contrariando expectativas de campanha.

31/10/2014: O PSDB pede auditoria na eleição presidencial.

21/11/2014: Dilma convida o banqueiro Joaquim Levy para o ministério da Fazenda.

05/12/2014: Com o apoio do PSDB, o movimento Vem Pra Rua protesta contra Dilma na Avenida Paulista, em São Paulo.

18/12/2014: O PSDB pede a cassação da candidatura de Dilma Rousseff e Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral, requerendo a posse de seu candidato, Aécio Neves.

23/12/2015: Dilma nomeia Kátia Abreu para o ministério da Agricultura.

29/12/2015: Joaquim Levy anuncia, em entrevista ao jornal Valor Econômico, ajuste fiscal de matriz ultraliberal para a economia.

01/01/2015: Dilma é empossada em Brasília.

01/02/2015: Eduardo Cunha (PMDB) é eleito presidente da Câmara dos Deputados.

04/02/2015: A ministra Maria Thereza de Assis Moura arquiva a ação do PSDB no TSE.

26/02/2015: É instalada na Câmara a CPI da Petrobras.

03/03/2015: O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocola no Supremo Tribunal Federal uma série de pedidos de inquérito para investigar políticos envolvidos na operação Lava Jato.

15/03/2015: Milhões de brasileiros participam de atos contra o governo em cerca de 160 cidades do país.

07/04/2015: Temer é indicado por Dilma para fazer a articulação do governo com o Congresso.

10/04/2015: Segundo pesquisa do Datafolha, popularidade de Dilma despenca.

12/04/2015: Novos protestos contra o governo levam milhares às ruas, convocados pelos grupos Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados Online.

27/05/2015: O Movimento Brasil Livre protocola um pedido de impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados.

08/06/2015: Em entrevista ao jornal belga Le Soir, Dilma fala sobre economia: “O ajuste é essencial. Não é algo que você pode ou não fazer: não há alternativa senão fazê-lo”. Muitos comparam a afirmação à máxima de Margareth Thatcher de que “There is no alternative” ao neoliberalismo.

16/07/2015: Eduardo Cunha é delatado por Júlio Camargo, que o acusa de receber US$ 5 milhões de propina desviada da Petrobras.

17/07/2015: O presidente da Câmara anuncia oficialmente o rompimento com o governo.

03/08/2015: O ex-ministro José Dirceu (PT) é preso na operação Lava Jato, sob a responsabilidade do juiz federal Sergio Moro.

06/08/2015: O Datafolha registra a maior taxa de rejeição à Dilma Rousseff: 71%.

16/08/2015: Todos os estados e o DF recebem protestos contra a presidenta.

20/08/2015: Eduardo Cunha é denunciado pela Procuradoria-Geral da República.

25/08/2015: A ministra Luciana Lóssio pede vista do processo movido pelo PSDB contra a campanha de Dilma e Temer.

02/10/2015: Dilma anuncia reforma ministerial e amplia participação do PMDB no governo.

06/10/2015: O TSE reabre a ação do PSDB para impugnar a candidatura de Dilma e Temer.

07/10/2015: O Tribunal de Contas da União recomenda que o Congresso reprove as contas do governo devido a irregularidades, como as chamadas “pedaladas fiscais”.

21/10/2015: Oposição entrega a Eduardo Cunha o pedido de impeachment da presidenta Dilma, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e pela advogada Janaína Paschoal.

29-31/10/2015: Manifestações reúnem milhares de mulheres em todo o país contra o PL 5.069/13, de autoria de Eduardo Cunha.

03/11/2015: O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instala processo contra Eduardo Cunha por quebra de decoro parlamentar.

24/11/2015: Eduardo Cunha publica artigo na Folha de S.Paulo, sobre o PL 5.069 intitulado “Fizeram de mim o inimigo nº 1 das mulheres”. http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2015/11/1710087-fizeram-de-mim-o-inimigo-n-1-das-mulheres.shtml

25/11/2015: O senador Delcídio do Amaral é preso por tentativa de obstrução de justiça.

02/12/2015: Pela manhã, a bancada do PT anuncia voto pela continuidade do processo contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética. Num ato de vingança, ao fim do dia Cunha autoriza a abertura do processo de impeachment assinado por Bicudo, Reale Júnior e Paschoal.

07/12/2015: Michel Temer revela insatisfações com a presidenta Dilma por meio de uma carta pessoal supostamente vazada pela imprensa.

08/12/2015: A votação secreta e tumultuada da comissão especial do impeachment é suspensa pelo ministro Luiz Edson Fachin.

13/12/2015: Novos protestos contra Dilma são deflagrados no país, os menos numerosos desde março.

17/12/2015: O STF estabelece o rito do impeachment.

05/01/2016: Cunha rejeita pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer.

01/02/2016: A Câmara recorre contra o rito estabelecido pelo STF.

23/02/2016: O marqueteiro do PT João Santana e a esposa são presos na operação Lava Jato.

03/03/2016: O senador Delcídio do Amaral firma acordo de delação premiada com a justiça.

04/03/2016: Lula é conduzido coercitivamente a depor na Polícia Federal durante a 24ª fase da operação Lava Jato.

13/03/2016: Os maiores protestos contra Dilma são registrados em mais de trezentos municípios pelo país.

15/03/2016: O STF divulga o conteúdo da delação de Delcídio do Amaral.

16/03/2016: O STF recusa o recurso de Cunha quanto ao rito do impeachment.

16/03/2016: Dilma anuncia Lula como ministro da Casa Civil.

16/03/2016: O juiz federal Sergio Moro torna pública uma série de gravações feitas pela Polícia Federal no contexto da operação Lava Jato, entre 17 de fevereiro e 16 de março, incluindo o grampo de uma ligação entre Lula e Dilma feito às 13h32 de 16/3, após o próprio juiz ter determinado o fim das escutas contra o ex-presidente. Apesar de amplamente divulgado na imprensa, o áudio não produziu repercussões imediatas na investigação da PF.

17/03/2016: Um juiz de primeira instância concede liminar que suspende a nomeação de Lula, que recorre.

17/03/2016: A Câmara forma a comissão do impeachment.

18/03/2016: Em decisão monocrática, o ministro Gilmar Mendes suspende a nomeação de Lula para a Casa Civil.

22/03/2016: É lançado manifesto de escritores e profissionais do livro pela democracia: https://blogdaboitempo.com.br/2016/03/22/manifesto-escritores-e-profissionais-do-livro-pela-democracia/

23/03/2016: É tornada pública uma “superplanilha” apreendida em 22 de fevereiro de 2016 na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura, no contexto da 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”. O documento (farto em nomes da oposição), que lista valores (incompatíveis com doações declaradas) e apelidos de cada político, é posto sob sigilo por Sérgio Moro, alegando que ele poderia levar a “conclusões prematuras”. http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/moro-poe-sob-sigilo-superplanilha-da-odebrecht/

28/03/2016: A OAB protocola novo pedido de impeachment contra Dilma.

29/03/2016: O PMDB rompe oficialmente com o governo.

29/03/2016: Em despacho oficial, o juiz Sergio Moro pede desculpas ao STF pelo vazamento da ligação entre Lula e Dilma e nega motivação política. http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/moro-pede-desculpas-ao-supremo-por-divulgacao-de-audios-de-lula-e-nega-motivacao-politica/

30/03/2016: Começam os trabalhos da comissão do impeachment na Câmara.

01/04/2016: Dois pedidos de impeachment de Michel Temer são protocolados na Câmara.

04/04/2016: Eduardo Cunha rejeita o pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer, assinado pelo ex-ministro Cid Gomes.

05/04/2016: O ministro Marco Aurélio Mello manda Eduardo Cunha aceitar o pedido de impeachment do vice-presidente.

06/04/2016: O relator do processo de impeachment na comissão da Câmara apresenta relatório favorável à abertura do processo contra a presidenta.

11/04/2016: São divulgados na mídia, novamente por um suposto vazamento, treze minutos de áudio em que o vice-presidente fala à nação como se o impeachment de Dilma tivesse sido aprovado pela Câmara.

11/04/2016: A Comissão Especial do Impeachment na Câmara aprova o parecer do relator.

14/04/2016: A Advocacia Geral da União recorre, sem sucesso, ao Supremo Tribunal Federal alegando cerceamento de defesa no processo de impeachment.

17/04/2016: Com 367 votos, a Câmara aprova a abertura do processo de impeachment depois de três dias de sessão.

18/04/2016: A revista Veja publica matéria intitulada “Marcela Temer: bela, recatada e ‘do lar’”, sobre a “quase primeira-dama”, que recebe onda de rechaço e sátira nas redes sociais.

25/04/2016: É formada a Comissão Especial do Impeachment no Senado.

29/04/2016: Em sessão da comissão do impeachment, o senador Randolfe Rodrigues prega peça em Janaína Paschoal e a faz admitir que, de acordo com a argumentação usada para definição de crime, também seria forçoso pedir o impeachment do vice Michel Temer. Pouco antes, a advogada afirmara não haver elementos para que o vice fosse denunciado. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/04/1766385-na-madrugada-do-impeachment-randolfe-prega-peca-em-advogada.shtml

06/05/2016: A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprova o parecer do relator, favorável à continuação do processo contra a presidenta.

12/05/2016: O Senado decide abrir o processo de impeachment e afasta provisoriamente a presidenta Dilma Rousseff.

12/05/2016: No mesmo dia do afastamento da presidente, Temer anuncia seu ministério. Composto por 22 homens brancos, a escolha foi duramente criticada por movimentos sociais e parte da mídia.

13/05/2016: O jornal The New York Times publica editorial intitulado “Making Brazil’s Political Crisis Worse”. http://www.nytimes.com/2016/05/13/opinion/making-brazils-political-crisis-worse.html?_r=0

13/05/2016: Funarte ocupada em Curitiba.

15/05/2016: Funarte ocupada em Belo Horizonte.

15/05/2016: Funarte ocupada em São Paulo.

16/05/2016: Funarte ocupada no Rio de Janeiro

17/05/2016: Michel Temer retira do cargo o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Ricardo de Melo. Melo, que ainda tinha um mandato, fixado em lei, de quatro anos a cumprir, recorre ao STF contra medida que contraria prerrogativa constitucional da preservação da independência da comunicação.

17/05/2016: O linguista e analista político Noam Chomsky usa o termo “soft coup” para denunciar o golpe no Brasil em entrevista a Amy Goodman, do Democracy Now!: “Dilma Rousseff, talvez a única figura política de alto escalão que não roubou em benefício próprio, está sendo destituída por uma gangue de ladrões”. https://blogdaboitempo.com.br/2016/05/18/chomsky-o-brasil-esta-sofrendo-um-golpe-brando/

17/05/2016: Equipe do filme Aquarius, dirigido por Kleber Mendonça Filho, denuncia o golpe em curso no Brasil no tapete vermelho do Festival de Cannes.

17/05/2016: Funarte ocupada em Brasília.

17/05/2016: Sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ocupada em Aracaju, Cuiabá, Fortaleza e Natal.

17/05/2016: Protesto em frente ao Iphan em Recife.

17/05/2016: Prédio do MinC ocupado em Salvador.

17/05/2016: Novo ministro das Cidades, Bruno Araújo barra construção de 11.250 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, revogando duas portarias assinadas na semana anterior por Dilma Rousseff que ampliavam recursos para o programa.

18/05/2016: Protesto em frente ao Iphan em Belém.

19/05/2016: Sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ocupada em Florianópolis, São Luís, João Pessoa, Porto Alegre, Macapá e Maceió.

20/05/2016: Sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ocupada em Campo Grande, Goiânia e Rio Branco.

20/05/2016: Michel Temer nomeia Laerte Rimoli para a direção da EBC. A convite de Eduardo Cunha, Rimoli havia assumido em dezembro a direção de comunicação da Câmara dos Deputados, além de ter coordenado a campanha presidencial de Aécio Neves e servido como assessor de imprensa do Ministério das Comunicações no governo de FHC. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2016/05/1773299-temer-nomeia-jornalista-ligado-a-cunha-e-ao-psdb-para-a-ebc.shtml)

19-21/05/2016: Arnaldo Antunes, Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Seu Jorge, Marcelo Jeneci, Lenine, Otto, Frejat, Leoni, Pedro Luís e outros artistas se apresentam na ocupação da Funarte no Palácio do Capanema, no Rio de Janeiro.

21/05/2016: Michel Temer recua e anuncia que vai recriar o MinC. Funarte mantém ocupação.

22/05/2016: MTST faz ato e acampa em frente à casa de Michel Temer em São Paulo, contra cortes no Minha Casa Minha Vida.

23/05/2016: PM reprime e dispersa acampamento do MTST em frente à casa de Michel Temer em São Paulo.

23/05/2016: São divulgadas conversas de Romero Jucá com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Nas gravações, realizadas em março, o ministro interino do Planejamento sugere o impeachment como solução para deter a operação Lava Jato.

24/05/2016: O Diário Oficial da União publica a exoneração de Romero Jucá, que, pressionado pela repercussão do conteúdo das conversas com Machado, decide renunciar.

25/05/2016: Novo Ministro da Educação, Mendonça Filho, recebe Alexandre Frota, conhecido por ter feito filmes pornôs, e Marcello Reis, fundador do Revoltados Online, para discutir propostas para a pasta.

25/05/2016: Renan Calheiros e José Sarney também são expostos demonstrando preocupação com o avanço da operação Lava Jato em gravações de Sérgio Machado.

30/05/2016: O ministro interino da Transparência, Fabiano Silveira, decide deixar o governo depois de aparecer criticando a operação Lava Jato em gravações de Machado.

01/06/2016: MTST realiza ato em frente ao escritório da Presidência da República na Avenida Paulista, em São Paulo, contra cortes no programa Minha Casa Minha Vida.

02/06/2016: Ministro das Cidades, Bruno Araújo, recua e anuncia a retomada da portaria do programa Minha Casa Minha Vida que havia barrado.

02/06/2016: O Ministro do STF, Dias Toffoli, concede liminar que garante o retorno de Ricardo de Melo à presidência da EBC, revertendo a intervenção de Michel Temer.

02/06/2016: Aprovação no Senado Federal da mudança de regra de partilha do Pré-Sal e discurso de posse do novo diretor da Petrobras, Pedro Parente, que declara não ver necessidade de o Brasil ser detentor da exclusividade de exploração do petróleo.

06/06/2016: O jornal The New York Times publica segundo editorial sobre a situação política no Brasil, intitulado “Brazil’s Gold Medal for Corruption”, que faz duras críticas às primeiras ações do governo interino de Michel Temer. http://www.nytimes.com/2016/06/06/opinion/brazils-gold-medal-for-corruption.html

14/06/2016: Conselho de Ética recomenda a cassação de Eduardo Cunha.

17/06/2016: Petrobras atinge marca inédita de 1 milhão de barris por dia no Pré-Sal, com média de custo de extração do barril a U$D 8,00 (média mundial é de U$D 15,00). http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/06/1777960-producao-do-pre-sal-ultrapassa-marca-de-1-milhao-de-barris-por-dia.shtml e http://www.aepet.org.br/noticias e http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/nossa-producao-de-petroleo-no-pre-sal-ultrapassa-1-milhao-de-barris-por-dia.html

16/06/2016: A operação Lava Jato derruba o terceiro ministro de Temer, Henrique Alves, que estava à frente do Turismo. Alves renunciou depois da divulgação do conteúdo da delação de Sérgio Machado, que o apontava como beneficiário de propinas pagas pela Queiroz Galvão e pela Galvão Engenharia enquanto deputado.

20/06/2016: É lançado manifesto intitulado “In Defence of the Democratic Rule of Law in Brazil”, assinado por Jürgen Habermas, Axel Honneth, Nancy Fraser, Rainer Forst e mais de cem outros intelectuais internacionais. http://jornalggn.com.br/noticia/academicos-estrangeiros-assinam-manifesto-em-defesa-da-democracia-no-brasil e http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/certas-palavras/filosofo-habermas-assina-manifesto-de-intelectuais-pela-democracia-no-brasil/

21/06/2016: Michel Temer assume o golpe em sua conta no Twitter: https://twitter.com/MichelTemer/status/745408852330426368

24/06/2016: Relatores para a Liberdade de Expressão da ONU e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos publicam parecer manifestando alarme quanto às interferências de Michel Temer na direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e na Controladoria Geral da União. http://www.ohchr.org/EN/NewsEvents/Pages/DisplayNews.aspx?NewsID=20176&LangID=E e https://nacoesunidas.org/brasil-relatores-da-onu-e-oea-sobre-liberdade-de-expressao-alertam-para-interferencias-na-ebc-e-na-cgu/ e http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,onu-critica-fim-da-cgu-e-interferencia-na-ebc-no-governo-temer,10000059030

27/06/2016: Temer se reúne secretamente com Eduardo Cunha no palácio Jaburu.

29/06/2016: Interino afirma que Bolsa Família será mantido “enquanto houver pobreza extrema no País”.

29/06/2016: Criada a campanha de financiamento coletivo “Jornada pela Democracia – Todos por Dilma”, em resposta à restrição imposta por Temer ao uso de aviões da FAB pela presidenta (com exceção do trecho Brasília-Porto Alegre). A iniciativa partiu de Guiomar Lopes e Celeste Martins, ex-militantes e amigas de longa data da presidente.

01/07/2016: Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, de acordo com pesquisa CNI/Ibope.

04/07/2016: Temer recebe manifesto “de confiança” assinado por 46 entidades do agronegócio.

05/07/2016: Em seis dias, a campanha “Jornada pela Democracia” acumula R$ 662.114 e 10.067 apoiadores. Em 48 horas, a campanha bateu recorde ao atingir a meta de R$ 500 mil reais. Além de ter se tornado o projeto que recebeu mais doações em menos de 24 horas, também foi o que teve mais apoiadores em tão pouco tempo.

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