Mauro Iasi fechou o episódio mais recente do Café Bolchevique da TV Boitempo recitando um poema de sua autoria. Atendendo a pedidos do público, publicamos a versão por escrito aqui no Blog da Boitempo. [...]
Por Jones Manoel / "A verdade é que, se hoje o mundo não fala alemão e a escravidão racial aberta não campeia pelo mundo, se a barbárie colonialista sofreu duros golpes no século XX, devemos agradecer à União Soviética – seu povo, o Exército Vermelho, o Partido Comunista da URSS e seu líder máximo, Josef Stálin. É isso que a União Europeia quer ocultar, mas não vai conseguir." [...]
Por Edson Teles / "Seja no Chile dos encapuchados ou dos revoltosos de hoje, ou no Brasil do Quebra-quebra de 1983 ou da revolta de junho de 2013, seja ainda nos momentos em que o “morro desce e não é carnaval”, o que temos se destaca é a sistemática tentativa de desqualificação de uma ação política." [...]
Por Ruy Braga / Em um mundo emancipado, Erik Olin Wright será lembrado como um herói do conhecimento e um campeão do socialismo. E parte significativa de seu legado está condensada no manifesto "Como ser anticapitalista no século XXI?". [...]
Por Fábio Palácio / "Os ensinamentos de Lênin atualizam-se em face do recrudescimento de tendências fascistizantes que testemunhamos hoje. É quando se esfumam as ilusões de classe acerca da “universalidade” da democracia burguesa. Esse republicanismo ingênuo – que tantas vezes já acometeu forças de esquerda – tem na obra leninista um eficaz antídoto." [...]
Por Jones Manoel / "Com Kevin Anderson, podemos sair da defensiva e afirmar sem medo: Marx é, mais do que nunca, um autor para todas e todos os que lutam pela emancipação humana. Um pensador radicalmente universal porque compreendeu as particularidades do mundo em que viveu." [...]
Com textos de Judith Butler, Angela Davis, Amanda Palha, Renan Quinalha, Isadora Lins França, Rafael Dias Toitio e Mario Mieli, entre outros, novo número da Margem Esquerda, revista semestral da Boitempo, enfrenta articulações teóricas e políticas entre marxismo e lutas LGBT. [...]
Christian Dunker / Mais do que a regressão da biopolítica para a necropolítica e do círculo fechado e inversivo entre soberania e violência, o que “Bacurau”, lido junto com a peça “Casa Submersa”, propõe é uma oniropolítica: a restauração de nossa capacidade de sonhar, de olhar para o lado e de coabitar várias temporalidades contraditórias. [...]
Por Christian Laval / "Desde o início da sua expansão o neoliberalismo mirou a escola, o sistema escolar e a universidade, pois esses são lugares fundamentais de formação de um certo tipo de subjetividade." [...]