Mouzar Benedito

Cultura inútil: Mil-homens: gol contra

18/06/2014 // 4 comentários

Mouzar Benedito / "Leônidas da Silva, jogador de futebol que inventou a bicicleta (claro, a bicicleta do futebol, não o veículo – embora os chilenos digam que foi um chileno quem fez isso) era conhecido também pela elegância. Jogou um tempo no Peñarol, no Uruguai e voltou para o Brasil em janeiro de 1934, vestindo um terno de palha-seda, gravata e sapatos brancos... Seu apelido, “Diamante Negro”, virou nome de um chocolate que existe até hoje." [...]

Futebol arteiro

10/06/2014 // 3 comentários

Mouzar Benedito / "Nestes tempos de discussão sobre a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, já falei o que tinha que falar sobre o assunto. Mas tem um lado mais divertido do futebol ou relacionado a ele..." [...]

E se não tiver Copa?

28/05/2014 // 5 comentários

Mouzar Benedito / "É difícil torcer pelo Brasil sem termos jogadores atuando aqui. A mercantilização do esporte manda todos os que se destacam para a Europa, então o futebol daqui fica cada vez mais pobre, embora também mercantilizado." [...]

Cultura inútil: Bolívar não perdeu tempo!

22/04/2014 // 1 comentário

Mouzar Benedito / "Lenda ou verdade? Simón Bolívar, que comandou os exércitos que libertaram a Venezuela, Colômbia, Equador, Bolívia e Panamá, e teve papel importante também da libertação do Peru, participou de 200 batalhas e teve 200 amantes. Ele morreu de tuberculose, aos 47 anos, em 1830. Foi no Monte Sagrado, em Roma, que, quando tinha 22 anos, Bolívar jurou libertar a sua pátria." [...]

Futebolices, sacizices e livros

08/04/2014 // 2 comentários

Mouzar Benedito / "Aproveito meu espaço aqui para fazer algo que podem classificar como oportunismo: convidar os leitores para um lançamento de livros meus. Mas antes de dar as informações sobre títulos a serem lançados, local, data e horário, lanço um desafio: identificar quem escreveu a crônica intitulada Futebol, de que pincei trechos que se seguem." [...]

Não dá pra esquecer

25/03/2014 // 1 comentário

Mouzar Benedito / "Meninos, eu vi! Não foi algo bom de se ver. Aconteceu há 50 anos. Quer dizer, o início foi há 50 anos, o fim (se é que podemos considerar que houve) foi há 29 anos. A coisa durou 31 anos! Eu tinha 17 anos, estudava contabilidade num colégio particular e morava numa pensão. Vamos ao que interessa (imagino): a visão desse moleque ingênuo e mal informado sobre o que viu no dia do golpe e depois um pouco do que viria a ser a política econômica e social dos que tomaram o poder..." [...]