Por Isabela Oliveira Kalil / "O número de mulheres brancas e universitárias de classe média no #EleNão não pode subtrair a presença de mulheres negras, lésbicas, pobres, indígenas, trans, sem-terra, periféricas, antifascistas, sem-teto e outras que estavam no ato liderando os blocos. Mesmo que representem um número estatisticamente pouco expressivo, elas estão na linha de frente e dão forma, sentido e direção ao ato. E isso não é pouco."
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