Artigos por Boitempo

Autonomia dos movimentos sociais ou luta por hegemonia alternativa?

20/08/2014 // 3 comentários

Emir Sader / "Da capacidade de acumular forças na resistência ao neoliberalismo e se apoiar nelas para construir alternativas e lutar por uma nova hegemonia na sociedade, depende a possibilidade de superação do neoliberalismo. A manutenção da luta na esfera social, com a tese da autonomia dos movimentos sociais, tem sido, ao contrario, caminho de derrota do movimento popular." [...]

A bomba de Hiroshima em Gaza

19/08/2014 // 5 comentários

Urariano Mota / “Escrever poesia depois de Auschwitz é bárbaro. E isso corrói até mesmo o conhecimento de por que se tornou impossível escrever poesia hoje”, essa frase do filósofo alemão Theodor Adorno, que expressava o desacordo de razão e sentimento diante do horror, foi nestes dias atualizada... [...]

David Harvey: Os limites do capital

15/08/2014 // 1 comentário

Ricardo Musse / "A motivação prévia de buscar fundamentos para uma explicação mais adequada da circulação do capital no mundo urbano, do modo como a renda se relaciona com os processos básicos de produção e distribuição, em suma, dos mecanismos que determinam a configuração espacial característica do capitalismo, desembocou numa reconstituição da 'crítica da economia política'." [...]

A propósito da situação jurídica atual

11/08/2014 // 7 comentários

Alysson Leandro Mascaro / "Consultam-me as companheiras e os companheiros das lutas populares e de esquerda a respeito da situação atual das instituições do direito e do Estado no Brasil. Em face da escalada da repressão jurídica destes últimos tempos, passo à análise." [...]

Terceirização e neodesenvolvimentismo no Brasil

11/08/2014 // 6 comentários

Giovanni Alves / "Caso o STF libere a terceirização como almeja o empresariado, a Justiça do Trabalho receberá um golpe histórico. A expansão das relações de trabalho flexíveis como ocorreu na década de 2000, torna mais opaca a luta de classes com a invisibilização das personas do capital. O disfarce da relação de emprego oculta a subalternidade estrutural do trabalho ao capital e reforça a concorrência entre os próprios trabalhadores. Portanto, a terceirização não se restringe a ser um mecanismo de rebaixamento salarial, mas é um mecanismo de ocultação ideológica, descaracterizando o conflito antagônico capital versus trabalho." [...]