Artigos por Boitempo

As origens da sociologia do trabalho

01/05/2023 // 1 comentário

Sedi Hirano escreve sobre "As origens da sociologia do trabalho", de Ricardo Festi: "Uma forma singular de construir, interpretar e reinterpretar, por meio da autorreflexão, os cientistas sociais e suas obras, especificando de forma opcional a criação, o desenvolvimento e os debates da sociologia do trabalho na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil." [...]

As saídas possíveis em meio à desarticulação das esquerdas

28/04/2023 // 1 comentário

Luiz Felipe Osório apresenta "Brasil sob escombros", novo volume da coleção Tinta Vermelha: “Os leitores e as leitoras serão brindados com reflexões registradas na espiral de solavancos do tempo presente. Em um momento tão decisivo e definidor, é fundamental compreender as linhas e as entrelinhas para que tomemos partido.” [...]

A matéria nacional e o conservadorismo neoliberal

24/04/2023 // 1 comentário

Acaba de chegar o novo número da Margem Esquerda! O dossiê sobre Roberto Schwarz, organizado por Tiago Ferro, tem textos de Pedro Rocha de Oliveira, Ana Paula Pacheco, Felipe Catalani e Victor Santos Vigneron. A edição conta ainda com uma entrevista com o próprio Roberto Schwarz feita por Fabio Mascaro Querido, artigos de Christian Dunker, Eleni Varikas e Michael Löwy, e Fabio Luis Barbosa dos Santos, além do especial sobre conservadorismo neoliberal, com apresentação de Maria Lygia Quartim de Moraes e Maria Lucia Barroco, textos de Elaine Rossetti Behring, Maíra Kubík Mano, Stephanie Ferreira, Josefina Mastropaolo, Danielle Tega e muito mais. [...]

Quais os caminhos para a reconstrução do Brasil?

21/04/2023 // 2 comentários

Juliana Paula Magalhães apresenta o livro “Brasil sob escombros”, novo título da coleção Tinta vermelha: “Forjado no calor dos acontecimentos por uma plêiade de autores e autoras, trata-se de uma arma de crítica e de luta, imprescindível para a compreensão e para a transformação de nosso tempo." [...]

Os oitenta anos de “O ser e o nada” e sua atualidade

19/04/2023 // 1 comentário

Douglas Barros e Thiago Rodrigues comentam a atualidade de "O ser e o nada": "Eis aqui uma tradução possível para o famigerado conceito de liberdade em Sartre; a possibilidade de abrirmos caminhos mesmo diante da mais absoluta prisão que, invariavelmente, reside em nós mesmo e naquilo que desejamos. Enfim é preciso reaprender a imaginar, passo fundamental à descolonização de nosso imaginário. Enquanto estivermos nesse inferno, Sartre segue sendo um Virgílio fundamental! Viva os oitenta anos de Ser e Nada!" [...]