conservadorismo

#2018M: desafios para as lutas das mulheres

02/03/2018 // 1 comentário

Por Flávia Biroli / "Uma rápida análise dos coletivos de mulheres hoje permite perceber que sua linguagem e suas formas de atuação nascem de um profundo desencanto com os limites da política democrática dos últimos 30 anos. Mas nascem também, de maneira ambivalente, de um ambiente político referenciado pela construção de direitos sociais que se tornou possível com a democratização." [...]

A educação sexual das crianças: a enunciação repressiva

07/02/2018 // 6 comentários

Por Christian Dunker / "Já que o relativismo comportamental é a lei geral, por que não usar a mesma regra para enunciar valores tradicionais? Já que o feminismo está se colocando por toda parte por que não voltar a vestir o machismo escancarado? É esta inversão imaginária que comanda a gramática conservadora contemporânea por meio da moral dupla e da enunciação repressiva." [...]

Precisamos falar sobre gênero

08/12/2017 // 2 comentários

Por Flávia Biroli / "Enquanto a precarização da vida dilui vínculos e constitui novas subjetividades, a construção política das inseguranças pode obscurecer os circuitos reais em que essa precarização se estabelece. Trata-se da mobilização política de estereótipos e preconceitos presentes na sociedade para ativar inseguranças e situá-las como questões de ordem moral." [...]

Mas a arte não é feita para chocar?

19/10/2017 // 3 comentários

Por Pedro Rocha de Oliveira / "Há um paradoxo embutido na gritaria moralista da chamada “nova direita” contra o homem nu no museu, e na devida reação a essa gritaria esboçada pela esquerda e agregados." [...]

De onde vem o conservadorismo?

15/04/2015 // 24 comentários

Mauro Iasi / "Enganam-se os que querem restringir o pensamento conservador a uma categoria de eleitores, ou apenas aos segmentos médios. O grande risco é que a base de massas para alternativas conservadoras (não creio que no momento possam ser identificadas como fascistas) não pode ser somente as chamadas “classes médias”, ainda que sejam estas a caixa de ressonância por natureza da proposta conservadora. O alvo, contudo, é outro: são os trabalhadores. Por isso o abandono das demandas próprias de nossa classe pelo governo de pacto social é o caminho mais rápido para dotar a alternativa de direita da base social que ela precisa." [...]