bolsonarismo

Por que Lula? Nem caserna, nem casa-grande

28/09/2022 // 1 comentário

Berenice Bento: "Quero eleger Lula e espero que a excepcionalidade que ainda representa sua presença no poder seja superada e que minha vontade, em algum momento, se encontre com a história desse país que ainda vive sob o signo da Casa-Grande. Faremos nossas disputas na dimensão institucional, mas não nos esqueçamos de que é ali, na esquina, na sala de aula, nos debates difusos e rizomáticos, que novos valores devem ser disputados." [...]

Cavaliere: ‘genopio’ ou ‘laracida’?

27/09/2022 // 1 comentário

Ricardo Antunes: "Com a pandemia se misturando ao pandemônio, com quase 700 mil mortes, a palavra genocida voltou à tona, somando-se ao sentimento popular de que a política é o espaço preferencial do larápio." [...]

A última garantia

26/09/2022 // 1 comentário

Bruna Della Torre: "Vamos depositar as esperanças em Lula e lutar para que ele vença as eleições no primeiro turno. Mas devemos cobrar do próximo governo que crie as condições para que as armas se tornem uma mercadoria prescrita e indesejável e a 'escala F', um modelo ultrapassado e sem utilidade para pensar o país." [...]

O dia seguinte

20/09/2022 // 1 comentário

Mauro Iasi: "Todos nós, eu inclusive, estávamos tão preocupados com um golpe, talvez por um viés racional, que podemos ter nos descuidado em analisar um dos desfechos possíveis desta aventura que as classes dominantes e aqueles que apostaram na conciliação de classes nos meteram. Era previsível que neste país nem a barbárie explodisse de forma organizada." [...]

Contra o golpe do medo

16/09/2022 // 1 comentário

Boaventura de Sousa Santos: "O perigo do colapso da democracia brasileira, embora real, não é iminente. A retórica do golpe é muito mais eficaz em instalar o medo do que em condicionar opções finais." [...]

O genocídio enquanto forma de governo

24/08/2022 // 1 comentário

Edson Teles: "Vivemos em um país no qual não é permitido viver o luto. Vive-se a morte. Não somente a física, do corpo individual, mas a morte social, coletiva, aquela que atinge as diversas expressões culturais, as sociabilidades alternativas, os corpos diferentes de um suposto sujeito universal." [...]