Cauana Mestre: "As mudanças de ângulo ao filmar os rituais de Hirayama sugerem um apreço pelo instante, pelo miúdo, por esses detalhes que não são suficientes para revolucionar a vida, mas que refletem sobre ela; ou, como escreveu Matilde Campilho sobre a arte, que 'não salva o mundo, mas salva o minuto'."
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