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LIBERDADE PARA ASSANGE // Boitempo disponibiliza e-books gratuitos dos livros de fundador do WikiLeaks

11/04/2019 // 2 comentários

"Vocês precisam resistir! Vocês podem resistir!" Com estes gritos, Julian Assange, fundador e editor-chefe do WikiLeaks, era removido à força esta manhã da embaixada equatoriana em Londres, onde vivia asilado desde 2012. Seu destino ainda é incerto, mas, para o filósofo esloveno Slavoj Žižek, “só nós, as pessoas, podemos ajudar Assange agora”. [...]

Žižek: Hillary, Trump e o mal menor

08/11/2016 // 28 comentários

Slavoj Žižek / "O medo de que os EUA estejam à beira da consumação de um Estado fascista tem claramente a função de unificar todos nós contra Trump, ofuscando assim as verdadeiras divisões entre a esquerda ressuscitada por Sanders e o projeto de Clinton – a candidata por excelência do establishment." [...]

Žižek: Hillary e o triunfo da ideologia

26/08/2016 // 12 comentários

Por Slavoj Žižek / "Julian Assange está certo em sua cruzada contra Hillary, e os liberais que o criticam por atacar a única figura que pode nos salvar de Trump estão errados. O alvo a ser atacado e solapado agora é precisamente esse consenso democrático contra o 'vilão'." [...]

Žižek: Liberdade, democracia e TISA

14/07/2014 // 10 comentários

Slavoj Žižek / "A publicação da minuta do TISA marca um novo estágio na estratégia do WikiLeaks: até agora, sua atividade se focava em tornar público como nossas vidas são monitoradas e reguladas por agências de inteligência do Estado – o tema liberal básico dos indivíduos ameaçados por aparatos estatais opressivos. Agora, outra força controladora aparece – o capital – que ameaça nossa liberdade de uma forma muito mais elaborada: pervertendo nossa própria sensação de liberdade." [...]

Žižek: O que é um autêntico evento político?

17/02/2014 // 12 comentários

Slavoj Žižek / "Um evento se situa no interior de um campo narrativo. Nossa experiência histórica é formada como uma narrativa, isto é, sempre situamos ocorrências reais no interior de uma narrativa que as torna parte de um enredo que faça sentido. Surgem problemas quando uma reviravolta inesperada e abaladora nos acontecimentos – o estouro de uma guerra, uma profunda crise econômica – não pode mais ser incluída numa narrativa consistente. Nessa situação, tudo depende da forma pela qual essa reviravolta catastrófica será simbolizada, de que interpretação ideológica ou estória irá se impor e determinar a percepção geral da crise. Quando o decorrer normal das coisas é traumaticamente interrompido, o campo se abre para disputa ideológica – por exemplo, na Alemanha do final da década de 20, Hitler venceu a disputa pela narrativa que iria explicar aos alemães as razoes pela crise da república de Weimar e a forma de sair dela (sua trama era a trama dos judeus). E o mesmo vai para a situação atual: que narrativa irá prevalecer?" [...]