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Brasil: a catástrofe (parte 2)

01/02/2020 // 6 comentários

Giovanni Alves / "Em que medida ainda é possível compatibilizar desenvolvimento civilizatório e capitalismo dependente de extração colonial-escravista? Diante das mudanças estruturais do capitalismo brasileiro nas últimas décadas, quais as perspectivas para a reconstrução da civilização brasileira num cenário histórico de crise longa e persistente do capitalismo global no século XXI?" [...]

A marcha da História foi interrompida?

31/01/2020 // 1 comentário

Diogo Fagundes / "Há possibilidade de que um mundo novo surja sem que no meio da catástrofe (as guerras e conflitos estão cada vez mais frequentes) ocorra um novo Outubro de 1917? O que nos faz pensar que o capitalismo oferecerá alternativas sem que haja contra ele um movimento comunista forte e polarizador?" [...]

Nota em solidariedade a Amanda Palha

29/01/2020 // 3 comentários

Por que, afinal, ter o fim da família como horizonte emancipatório evoca tanto mais incômodo e hesitação do que afirmar o fim do direito como perspectiva revolucionária? Quanto mais ataques vis e desumanizadores, mais cabe escutar com atenção e seriedade o que Amanda Palha tem a dizer. [...]

Sete faces de Eduardo Coutinho

28/01/2020 // 2 comentários

Bia Lessa / "Conhecer os filmes de Eduardo Coutinho e não conhecer sua pessoa parece, de alguma forma, uma perda. Este livro nos proporciona um encontro único que não seria possível sem ele."  [...]

O equilíbrio catastrófico da teoria marxista do direito no Brasil

23/01/2020 // 2 comentários

"É imprescindível dar um sotaque demasiado latino-americano a nossas produções com o fim de compreender as estruturas de nossa forma jurídica periférica e formular uma relação orgânica entre teoria e práxis nas críticas marxistas ao direito sob pena deste equilíbrio catastrófico se arrastar extemporaneamente em nossa quadra histórica." [...]

Lúcifer! Lúcifer! Lúcifer!

21/01/2020 // 1 comentário

Por Flávio Aguiar / "Deparei com uma aluna que fazia o sinal da cruz cada vez que eu dizia a palavra “Diabo”. No começo a benzeção me incomodou. Depois, acho que inconscientemente, despertou em mim um viés algo sádico. Como Cristo multiplicara pães e peixes, comecei a multiplicar as referências ao Capiroto, com ênfase crescente." [...]