Edson Teles

Os militares, os mitos e suas armas

11/08/2022 // 1 comentário

Edson Teles: "Parece que não se trata de um grupo de militares alinhado com o capitão e meia dúzia de generais beirando a aposentadoria e que se desgarraram do século XX ditatorial de nossa história. É um projeto neoliberal e da guerra colonial, em que o pacto racista e de morte de uma aristocracia estatal e burguesa se une ao modelo global do capitalismo de mercado." [...]

O golpe já está nas ruas

04/08/2022 // 1 comentário

Edson Teles: "Legitimar a violência e conceder ainda mais poder aos agentes de segurança são formas autoritárias de lidar com a política sem a necessidade do uso do velho golpe de Estado com tanques de guerra nas ruas." [...]

A força arcaica e destruidora do bolsonarismo

28/07/2022 // 1 comentário

Edson Teles: "É a partir da estrutura social, política e econômica violenta, somada à fluidez de regimes de produção de desejos subjetivos de habitar o mundo cindido (entre o bem e o mal) que emerge a força vital e destruidora do bolsonarismo. Quando isso se soma ao Estado saqueado e a seus despachantes de violência milicianos, o resultado pode ser desastroso." [...]

A Terra Prometida e a violência nas eleições

21/07/2022 // 1 comentário

Edson Teles comenta as ações ilícitas e genocidas do Estado brasileiro e a produção do inimigo na escalada da violência eleitoral, afirmando que a violência de Estado se mostra inseparável de uma violência exercida contra o outro. [...]

Os militares apresentam suas armas

28/07/2021 // 3 comentários

Em sua coluna no Blog da Boitempo, Edson Teles destaca que a violência, a ameaça, o desrespeito à lei e a imposição de interesses particulares têm sido as armas das instituições militares em nossa história desde a instauração da República. Mudar a chave da violência e do autoritarismo demandará mudanças profundas. [...]

O genocida e o sobrevivente

24/03/2021 // 1 comentário

Entre as duas camadas de visibilidade nas quais a violência envolvendo o Estado e/ou as organizações militarizadas se manifesta, surgem também dois sujeitos: o genocida e o sobrevivente. Edson Teles apresenta ambos e analisa como o sobrevivente, ao recusar e romper violentamente com a política de morte, acaba por transformar o instinto de conservação da vida em ato de revolta. [...]

A revolta não é um enigma

22/10/2019 // 4 comentários

Por Edson Teles / "Seja no Chile dos encapuchados ou dos revoltosos de hoje, ou no Brasil do Quebra-quebra de 1983 ou da revolta de junho de 2013, seja ainda nos momentos em que o “morro desce e não é carnaval”, o que temos se destaca é a sistemática tentativa de desqualificação de uma ação política." [...]

O que resta da ditadura?

28/03/2019 // 3 comentários

Por Edson Teles / "Hoje, a ditadura se mostra mais presente do que nunca. No discurso de ódio, na retomada da guerra a um inimigo mais apropriado à Guerra Fria, na presença ostensiva dos militares no governo, na violência contra o pensamento dissonante, na opção pela legitimação explícita da violência de Estado. Talvez, junto à pergunta sobre o que resta da ditadura, seria necessário perguntarmos também como tamanha presença autoritária pôde permanecer ou ressurgir" [...]