Colaborações especiais

O legado de François Chesnais

04/11/2022 // 1 comentário

Leda Paulani: "Sobretudo nos dias que correm, seu legado intelectual e sua militância de toda uma vida seguirão servindo de inspiração para todos aqueles que pensam que a humanidade pode ter destino melhor do que ser pautada pelos imperativos da acumulação de capital, sendo permanentemente ameaçada pelo fascismo." [...]

Mike Davis (1946-2022)

26/10/2022 // 1 comentário

Ivana Jinkings: "Mike Davis nos deixou ontem, aos 76 anos, após longa batalha contra o câncer. Uma perda gigante. Mike Davis presente, sempre!" [...]

Em dois compassos para o abismo

25/10/2022 // 1 comentário

Maria Orlanda Pinassi e Gisele Sifroni: “Essas eleições expõem, mais do que qualquer outra antes delas, a derrota das esquerdas parlamentares. Lamentar o fechamento das portas emperradas há muito tempo rumo ao mais do mesmo ou enfrentar o desafio de abrir novas portas e de construir uma outra história sem os entulhos de uma forma societária que há mais de 500 anos mostrou a que veio?” [...]

Uma esfinge sem enigmas

21/10/2022 // 1 comentário

Marcos Barreira: "O confronto com o bolsonarismo, no contexto das eleições, precisa ser feito a partir da denúncia dos riscos a que ele submete o conjunto da sociedade e em nome da contenção imediata dessa ameaça." [...]

Eleição muito à flor da pele

05/10/2022 // 1 comentário

Valerio Arcary: "Nem já perdeu, nem já ganhou. O pessimismo zangado não ajuda. O otimismo de autoengano não ajuda. Militância é máximo ativismo, não quietismo passivo. É decisivo acreditar que, se lutarmos até o fim, podemos vencer." [...]

O primeiro domingo do resto de nossas vidas

30/09/2022 // 1 comentário

Valerio Arcary: "Estamos diante do desafio dos últimos dias. A última semana da campanha antes do primeiro turno de 2022 está sendo complicada e intensa. Ela está condicionada pela expectativa do desfecho de domingo. A hora pede prudência e coragem." [...]

Cavaliere: ‘genopio’ ou ‘laracida’?

27/09/2022 // 1 comentário

Ricardo Antunes: "Com a pandemia se misturando ao pandemônio, com quase 700 mil mortes, a palavra genocida voltou à tona, somando-se ao sentimento popular de que a política é o espaço preferencial do larápio." [...]