Colaborações especiais

O ódio ao intelectual

01/02/2023 // 1 comentário

Douglas Barros: "Contra o discurso anti-intelectual, que grassa no submundo das redes interconectadas e ganha coro nas fileiras da esquerda, já dizia um dos maiores intelectuais orgânicos do mundo: “nem tudo que brilha é relíquia nem joia!”. [...]

O futuro chegou depressa

27/01/2023 // 6 comentários

Boaventura de Sousa Santos: "A tentativa de golpe de 8 de janeiro alterou profundamente as prioridades do presidente Lula. Dado o agravamento da crise social, a agenda do presidente estava destinada a privilegiar a área social. De repente, a política de segurança impôs-se com total urgência." [...]

A pílula vermelha: redes sociais, pós-verdade e a ideologia bolsonarista

26/01/2023 // 5 comentários

Bruna Della Torre: "A questão da 'pílula vermelha' expõe um paradoxo que me parece central no entendimento do bolsonarismo: como pode um movimento tão fora da realidade, embriagado em teorias da conspiração, achar que sua leitura paranoica e projetiva da realidade – para não dizer delirante – é, no final das contas, pós-ideológica?" [...]

O princípio esperança bolsonarista

19/01/2023 // 1 comentário

Douglas Barros: "A questão é que inclusão, naquilo que está posto, roubou de nós a possibilidade daquilo que não está aí, de um outro mundo possível, agora reivindicado com armas ou gritos pela extrema-direita, não só no Brasil como no mundo como um todo." [...]

Autocracia como gestão da democracia: o que virá do 8 de janeiro?

18/01/2023 // 3 comentários

Maria Orlanda Pinassi e Gisele Sifroni: “Se o Capitólio foi a memória imediata para Brasília desse início esquizofrênico de 2023, o Reichstag de Berlim (1933) e as Torres Gêmeas de Nova Iorque (2001) remetem aos ardis que a história prepara para legitimar ações de governanças não absolutamente seguras no poder." [...]

O xadrez do bolsonarismo

17/01/2023 // 1 comentário

Marcos Barreira: "Durante o governo Bolsonaro, a ruptura institucional foi lenta, progressiva, sem golpe de força. Após a derrota eleitoral, ela veio como uma última jogada desesperada. Um movimento fraco e até com aspectos delirantes de uma “realidade paralela”; mas o potencial de escalada desse fanatismo não pode ser subestimado." [...]