Artigos por Boitempo

A esquerda morreu? O debate Vladimir Safatle

05/04/2024 // 2 comentários

Ronaldo Tadeu de Souza: “Se a esquerda está morta ou não, como afirma Safatle e alguns poucos, se ela está em crise profunda (como tendo a acreditar) ou não, se ela sofreu uma derrota histórica (como também tendo acreditar) ou não, são questões que, independentemente da posição de cada qual nesse campo, não nos livram de refletir sobre o que estamos fazendo – se queremos, realmente, uma sociedade emancipada, sobretudo, para aqueles e aquelas que sofrem a não-realização dela.” [...]

Goodbye, Žižek!

02/04/2024 // 1 comentário

Douglas Barros: "Žižek, tão contundente ao identitarismo, despediu-lhe por uma porta – a de defesa dos direitos humanos – para fazê-lo entrar por outra – a de defesa da civilização europeia. Permaneceu, portanto, preso ao paradigma do Estado sem a crítica da economia política. Por isso, optou desde sempre pelo pré-marxismo." [...]

Os donos do livro

02/04/2024 // 2 comentários

Cauê Ameni, Haroldo Ceravolo Sereza, Ivana Jinkings e Rogério de Campos escrevem sobre o ataque da Amazon à bibliodiversidade. [...]

Pele negra, alucinações brancas: capitalismo, IA e racialização

27/03/2024 // 3 comentários

Deivison Faustino e Walter Lippold: "O debate sobre o viés algorítmico deixa de ser exclusividade matemático para se tornar uma preocupação social de primeira grandeza. Se as máquinas-ferramentas digitais e os seus padrões biométricos da produção virtual de imagens não são capazes de controlar os vieses raciais e de gênero de seus bancos de dados, podemos confiar nelas para outras tarefas sensíveis que possam colocar a vida humana em risco, como é o caso da saúde ou da educação?". [...]

A ascensão da extrema direita no 50º aniversário da Revolução dos Cravos: a morte da esquerda portuguesa?

26/03/2024 // 1 comentário

Marcela Magalhães: "É preciso entender o caráter sui generis de Portugal, situado na semiperiferia do sistema capitalista; a disputa pelo imaginário da memória coletiva, oscilando entre os ideais revolucionários do 25 de Abril e uma idealização remanescente do período colonial aliada a uma ofensiva global da extrema direita; além do impacto das políticas de austeridade que facilitaram o ressurgimento da direita em um momento tão singular." [...]