Artigos por Boitempo

O Manifesto e a história universal

14/03/2014 // 1 comentário

Domenico Losurdo analisa as novidades teórico-políticas fundamentais apresentadas pelo Manifesto Comunista, cotejando-as com algumas teses fundamentais da ideologia burguesa e avaliando seus alcances e limitações para a compreensão das lutas de classes no atual contexto da “mundialização” do capitalismo. [...]

Polêmica e escracho

14/03/2014 // 1 comentário

Emir Sader / "Até um certo momento um pensador de direita era um cara recatado, conservador também no estilo, que escrevia há séculos no Estadão, que ninguém lia, só seus pares, que se referiam a ele como um pináculo do pensamento liberal. Depois começou a entrar de moda outro tipo de pensador de direita." [...]

A classe média fora do lugar

13/03/2014 // 5 comentários

Flávio Aguiar / "O Brasil não foi feito para muita gente. Pelo menos um certo Brasil. Vejam só: quanto mais empregos há, mais gente precisa se deslocar de casa para o trabalho, e vice-versa. Quanto mais estudantes há, mais gente ainda precisa se deslocar entre a casa e a escola ou universidade. O resultado é que os ônibus lotam; como o transporte público (ao contrário, por exemplo, de grande parte das cidades europeias) é densamente privatizado, os preços das pessagens tendem a subir, enquanto as frotas de delapidam a olhos vistos, o metrô de S. Paulo ameaça parar e a dar ‘pitis’, etc." [...]

A geografia do Manifesto Comunista

13/03/2014 // 3 comentários

David Harvey faz uma leitura crítica do Manifesto escrito por Marx e Engels em 1848, examinando sua atualidade, em especial no que se refere às dimensões espaciais da luta de classes. [...]

Não ignorando o “babaca”!

11/03/2014 // 1 comentário

Jorge Luiz Souto Maior / "Felipão pode ser visto como cúmplice de todos os novos crimes de racismo que venham a ser cometidos no futebol brasileiro, ou fora dele, vez que teria, de certo modo, incentivado a conduta." [...]

Tinta vermelha ou tinta azul?

07/03/2014 // 1 comentário

Christian Dunker / "Meio livro meio jornal, meio fanzine, meio panfleto, a um tempo acessível e complexo, o projeto de 'Cidades rebeldes' é perfeitamente congruente com uma das ideias mais simples legadas pela experiência das Jornadas: para cobrir este tipo de acontecimento é preciso reinventar a relação entre meio e mensagem, é preciso buscar outra plataforma de comunicação. O livro trabalha, desde a diagramação até os cartazes que abrem os capítulos, passando pela gramatura do papel, com um projeto editorial ostensivamente alternativo." [...]