Artigos por Boitempo

Esquisitices norte-americanas

15/07/2025 // 1 comentário

Tiago Ferro: "Tanto quando o velho Simão Bacamarte testava os limites da ciência na novela 'O alienista', de Machado de Assis, Trump parece estar sempre testando os limites da política (nacional e internacional)" [...]

Uma cartografia insurgente em tempos de guerra

14/07/2025 // 1 comentário

Juliana Borges apresenta o livro recém-lançado pela Boitempo de Ruth W. Gilmore: "com suas raízes fincadas na tradição radical do marxismo negro, 'Geografia da abolição' é um campo de batalha que articula afeto, teoria e prática insurgente ante o complexo de morte racializado que chamamos de 'sistema penal'." [...]

Clóvis Moura e a América Latina 

10/07/2025 // 1 comentário

Gabriel dos Santos Rocha escreve sobre o centenário de Clóvis Moura: "Ao longo de quase cinco décadas, produziu uma obra voltada amplamente para os períodos escravista e pós-abolição, conferindo centralidade às insurreições negras, sem perder de vista a relação entre escravidão, capitalismo e racismo. Sua obra aventava a revolução." [...]

Agonia e estase

09/07/2025 // 3 comentários

João Lanari Bo escreve sobre "Stasis", do filósofo italiano Giorgio Agamben, última publicação do projeto Homo Sacer e recentemente traduzida pela Boitempo: "Um dos prazeres da leitura dos textos de Agamben é sua versatilidade, até mesmo sua instabilidade em lidar com os múltiplos fragmentos da história, maiúscula ou minúscula." [...]

Clara Zetkin e o desenvolvimento do marxismo feminista

05/07/2025 // 1 comentário

Nos 168 anos do nascimento de Clara Zetkin, Wendy Goldman revela o papel crucial cumprido pela revolucionária alemã na popularização das ideias feministas no interior do marxismo. Aproveite a data para conhecer a contribuição teórica e prática da dirigente comunista com descontos especiais no site da Boitempo. [...]

De Lacerda, o liberal, ao Gilvan da Federal

04/07/2025 // 1 comentário

Será que a direita do passado era tão democrática assim? Lúcio Flávio de Almeida recorda como "a UDN – o partido dos candidatos armados – questionou sistematicamente a legitimidade eleitoral, tentando impedir posses de Vargas, Kubitschek e Goulart, numa genealogia direta das práticas golpistas que culminaram em 1964 e ecoam no bolsonarismo." [...]