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O sujeito da revolução

12/07/2021 // 1 comentário

Quem faz a revolução? O partido, a classe, o povo? Jodi Dean analisa essa eterna questão marxista a partir da história da Revolução Russa. [...]

Žižek: Boa sorte, Sr. Assange!

02/07/2021 // 4 comentários

Slavoj Žižek / "Eles acreditam que se simplesmente continuarem segurando Assange nessa condição de morto-vivo, aos poucos nós nos esqueceremos dele. É dever nosso provar que estão errados."  [...]

Žižek: O verdadeiro golpe de Trump

14/01/2021 // 9 comentários

Slavoj Žižek / "As verdadeiras vítimas de Trump são seus próprios apoiadores comuns que levam a sério sua tagarelice contra as elites corporativas liberais e os grandes bancos. Ele é o traidor de sua própria causa populista." [...]

Žižek: Chile e Bolívia, entre duas normalizações

29/10/2020 // 1 comentário

Slavoj Žižek / "Ao contrário do que ocorre na Bolívia, com a vitória eleitoral de Arce, os chilenos não contam com uma ordem previamente estabelecida à qual retornar: terão que construir cuidadosamente uma nova normalidade para a qual nem mesmo os gloriosos anos do governo Allende podem realmente servir de modelo." [...]

Žižek: A mensagem de Julian Assange

21/09/2020 // 1 comentário

Slavoj Žižek / "Assange não pode morrer – mesmo que morra (ou desapareça em uma cela de prisão dos Estados Unidos), essa agonia será seu triunfo, ele morrerá para viver em todos nós. Esta é a mensagem que todos nós devemos transmitir àqueles que estão o detendo: se você matar um homem, você cria um mito que continuará a mobilizar milhares de pessoas." [...]

Žižek: A dialética paralisada da pandemia

20/07/2020 // 3 comentários

Nossa vida social não está paralisada por estarmos tendo que obedecer a regras de isolamento social e quarentena – nesses momentos de aparente paralisia, as coisas estão mudando radicalmente. A rejeição ao lockdown é na verdade uma rejeição à mudança. [...]

O meteoro

15/07/2020 // 1 comentário

O pequeno livro de Žižek sobre a pandemia revela como o projeto de atualizar a ideia do comunismo não pode prescindir de um confronto com as contingências irracionais (os “meteoros”) que emergem a cada nova crise da sociedade capitalista — contingências essas que abrem, certamente, novos potenciais solidários, mas também colocam, como hoje, novos perigos. [...]