Marxismo

Friedrich Engels e a dialética da evolução 

01/09/2026 // 1 comentário

Michel Goulart da Silva: "Engels combate no terreno da ideologia e da luta de classes as compreensões metafísicas e idealistas do trabalho e da evolução humana. Mostra, assim, o papel do trabalho no desenvolvimento da humanidade e, por conseguinte, a necessidade de superação da exploração econômica na sociedade." [...]

A hora do incêndio

26/08/2026 // 2 comentários

Em "Walter Benjamin: uma introdução", Fabio Mascaro Querido opera "uma espécie de (re)construção de um Benjamin cujas ideias são perigosas, em suas ambivalências e conflitos produtivos, oriundos da formação de um pensamento multifacetado e composto por diversos influxos – do messianismo ao surrealismo e ao marxismo". Leia a resenha de Thyago Marão Villela e aprofunde-se nos estudos benjaminianos. [...]

A teoria marxista hoje

07/08/2026 // 1 comentário

Paula Varela escreve sobre os desafios políticos do marxismo na atualidade: "não é suficiente uma visão do trabalho e da classe trabalhadora que não seja reducionista. Esse é um ponto de partida, não de chegada, que mantém sem resolução o problema do poder da classe que vive do trabalho. Como pensar hoje o poder da classe trabalhadora?" [...]

O marxismo surrealista de Walter Benjamin

15/07/2026 // 1 comentário

Nos 134 anos do nascimento de Walter Benjamin, leia um trecho do livro de Fabio Mascaro Querido sobre o autor: "O fato de Benjamin ter se tornado marxista e admirador dos surrealistas quase simultaneamente é digno de nota. Trata-se de aspecto bastante revelador do caráter singular de seu marxismo, tanto quanto das críticas e das incompreensões de que seria objeto." [...]

Rememorando Walter Benjamin

06/07/2026 // 1 comentário

Gabriel S. Figueiredo resenha o novo livro de Fabio Mascaro Querido: "Querido delineia um Walter Benjamin devidamente complexo, rejeitando as leituras que isolam textos específicos do autor, 'como se uma abordagem de conjunto fosse impossível, dadas as diferenças significativas entre eles'." [...]

Benjamin, nosso contemporâneo

15/06/2026 // 1 comentário

Leonardo Rodrigues Silvério escreve sobre "Walter Benjamin: uma introdução": "Esta é a contribuição fundamental de Fabio Mascaro Querido: compreender que o marxismo de Benjamin não era como um 'otimismo' em relação ao progresso, à técnica e sua relação com as “massas”, mas sim uma 'esperança ativa' situada em uma espécie de 'melancolia revolucionária', no sentido de um intelectual que, apesar de tudo, aposta na revolução contra a catástrofe." [...]

Três correntes no marxismo debateram a excepcionalidade brasileira

08/06/2026 // 1 comentário

Valerio Arcary: "O capitalismo no Brasil, entendido como capitalismo comercial, não foi tardio. Tardias foram a urbanização e a industrialização. E não há capitalismo sem capitalistas. Esse esclarecimento é uma dívida que o marxismo tem com Caio Prado Júnior. Foi ele quem formulou no Brasil, pela primeira vez, pioneiramente, ainda nos anos quarenta do século XX, o problema." [...]

Contra o eurocentrismo, em defesa de Marx 

27/05/2026 // 1 comentário

Pedro Alcântara: "É uma poderosa crítica do caminho trilhado pela modernidade até então. Por isso, o marxismo foi e tem sido a maior arma das revoluções anticoloniais em diversos países do mundo." Leia o texto e aproveite os últimos dias da promoção #DiaM 2026! [...]

O marxismo e as Ciências Humanas 

18/05/2026 // 1 comentário

Michel Goulart da Silva : "Smith e Ricardo, bem como outros pensadores, possibilitaram a compreensão da organização do trabalho e da produção da riqueza. Contudo, as análises desses pensadores eram limitadas pelo interesse burguês, afinal, não faria sentido aprofundar esse conhecimento em todas as suas contradições. Decifrar a complexidade do processo de exploração significava também explicar aos trabalhadores a possibilidade de uma revolução dos explorados." [...]

Marx, Engels e a escrita da História  

15/04/2026 // 1 comentário

Michel Goulart da Silva : "Marx e Engels esboçaram, dentro de sua compreensão, também indicações de escrita da História. Para tanto, negaram as compreensões idealistas, fossem aquelas que vissem a história como um processo linear, fossem aquelas que se limitassem à descrição superficial de processos políticos. Com isso, apontaram para uma forma inovadora não apenas de compreender como de escrever a História, enquanto processo marcado pela luta de classes." [...]