Daniel Cunha escreve sobre o mais recente filme de Kathryn Bigelow: "como nos outros filmes tardios da premiada diretora, há uma dialética negativa, já que a ausência de autor definido do ataque lhe permite moldar a forma do filme: ao invés do foco no inimigo ou nos resultados do ataque, uma ênfase em níveis jamais vistos nos procedimentos, protocolos e virtuosismo técnico da classe profissional-gerencial. Mas também, e principalmente, no seu fracasso."
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