crise

Brasil: a catástrofe (parte 1)

18/06/2019 // 2 comentários

Giovanni Alves / "Em última instância, o excesso de poder constitui um dos próprios fundamentos do movimento da catástrofe brasileira encenada pelo governo Temer e herdada hoje pelo patético (e sinistro) governo Bolsonaro." [...]

Guerra aos “vagabundos”: sobre os fundamentos sociais da militarização em curso

12/03/2018 // 15 comentários

Por Maurílio Lima Botelho / "O discurso aparentemente progressista de que o combate à criminalidade deve vir acompanhado de medidas de integração econômica gira em falso. Tanto esquerda quanto direita se enredam na mesma contradição quando não percebem que as medidas adotadas pelo governo atual são a oficialização de um processo anterior objetivamente em curso de desintegração da socialização baseada no trabalho." [...]

Universidade em ritmo de barbárie

15/03/2017 // 7 comentários

Por Christian Dunker / "Se no lugar onde a palavra deve ser o princípio fundamental do poder, praticamos a violência gratuita, o que esperar para o nosso funcionamento social? Tudo se passa como se no momento em que as classes menos favorecidas chegam à universidade, é hora de fechá-la transformando-a em outra coisa." [...]

2016, o ano que não deveria ter começado…

03/01/2017 // 8 comentários

Por Flávio Aguiar / "Quando o Papa Gregório XIII instituiu seu novo calendário em 1582, o mundo pulou magicamente de 4 de outubro para 15 do mesmo mês. 10 dias (de 5 a 14 de outubro) foram simplesmente suprimidos. Fico assaltado por uma dúvida: me refugiar nestes dias que não existiram, o que equivaleria a um exílio para sempre, ou pedir ao Papa Francisco I que cancele o ano de 2016, fazendo-nos pular de 2015 para 2017, o ano do centenário da Gloriosa Revolução. " [...]

A crise do Brasil capitalista é maior do que a “guinada à direita”

18/10/2016 // 6 comentários

Por Osvaldo Coggiola / "A PEC 241 não pode ser desvinculada da reforma política que visa eliminar boa parte dos partidos políticos (visando principalmente à esquerda) sob o pretexto de sua multiplicação (35 atualmente, contra 27 em 2008) e da acentuação da repressão social, com a anunciada declaração do “estado de emergência” (policial e militar) em várias capitais e até no país todo, sem falar na abertura do filé mignon da economia nacional ao capital financeiro multinacional." [...]