Só há um mundo: cinco hipóteses contra a falência da crítica e por um novo horizonte comunista
Douglas Barros: "Existe uma multiplicidade de formas de habitar o mundo. Mas o mundo mesmo é apenas um: não como uma unidade homogênea que apaga as diferenças, mas como o campo comum de realidade histórico-material dentro do qual diferentes coletivos humanos estabelecem relações, conflitos e trocas simbólicas. Capturar essa tensão também implica compreender que multiplicidade e unidade não são dicotomias fechadas, mas antagonismos recíprocos que se retroalimentam" [...]