Colunas

Não dá pra esquecer

25/03/2014 // 1 comentário

Mouzar Benedito / "Meninos, eu vi! Não foi algo bom de se ver. Aconteceu há 50 anos. Quer dizer, o início foi há 50 anos, o fim (se é que podemos considerar que houve) foi há 29 anos. A coisa durou 31 anos! Eu tinha 17 anos, estudava contabilidade num colégio particular e morava numa pensão. Vamos ao que interessa (imagino): a visão desse moleque ingênuo e mal informado sobre o que viu no dia do golpe e depois um pouco do que viria a ser a política econômica e social dos que tomaram o poder..." [...]

Almas indomadas

21/03/2014 // 3 comentários

Roniwalter Jatobá / "Os fantasmas estão cada vez mais ousados. Vaivém eles aparecem em notícias pelo mundo afora... São Paulo também tem suas almas penadas. Em geral, surgem em prédios antigos, pois ninguém nunca soube que procurem abrigo em construções modernas, com cheiro de novas e sem história de vida e de morte." [...]

Polêmica e escracho

14/03/2014 // 1 comentário

Emir Sader / "Até um certo momento um pensador de direita era um cara recatado, conservador também no estilo, que escrevia há séculos no Estadão, que ninguém lia, só seus pares, que se referiam a ele como um pináculo do pensamento liberal. Depois começou a entrar de moda outro tipo de pensador de direita." [...]

A classe média fora do lugar

13/03/2014 // 5 comentários

Flávio Aguiar / "O Brasil não foi feito para muita gente. Pelo menos um certo Brasil. Vejam só: quanto mais empregos há, mais gente precisa se deslocar de casa para o trabalho, e vice-versa. Quanto mais estudantes há, mais gente ainda precisa se deslocar entre a casa e a escola ou universidade. O resultado é que os ônibus lotam; como o transporte público (ao contrário, por exemplo, de grande parte das cidades europeias) é densamente privatizado, os preços das pessagens tendem a subir, enquanto as frotas de delapidam a olhos vistos, o metrô de S. Paulo ameaça parar e a dar ‘pitis’, etc." [...]

Não ignorando o “babaca”!

11/03/2014 // 1 comentário

Jorge Luiz Souto Maior / "Felipão pode ser visto como cúmplice de todos os novos crimes de racismo que venham a ser cometidos no futebol brasileiro, ou fora dele, vez que teria, de certo modo, incentivado a conduta." [...]