Por Luiz Bernardo Pericás. Quase tropeçou ao entrar no apartamento, mas conseguiu se equilibrar. O velho tapete estava fora do lugar, como de costume. E também, bastante [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. Deu uma grande bocejada, esticou os braços finos e moveu o pescoço para os lados. Lá estava Gonzalo novamente, na mesma praça Fellini de [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. A paciência de Gonzalo havia chegado ao limite. Após tomar quase um litro de Famous Grouse, sua língua estava afiada. “Esta é uma época de [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. Outra manhã na praça Fellini, a mesma que sempre frequentava. Gonzalo sentia que, a qualquer momento, alguém se sentaria a seu lado e [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. Sentiu o bafejo úmido e salgado do mar penetrando em suas narinas dilatadas. Ao caminhar, sonolento, pelo calçadão do Leme, Gonzalo se [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. Vivemos num mundo estranho… O sapo Gonzalo estava sentado num banco de praça com as pernas esticadas, vendo os pombos cinzentos ciscando [...]
Desde a sua renovação em abril de 2011 o Blog da Boitempo vem contando com a colaboração mensal do historiador Luiz Bernardo Pericás, autor de Os cangaceiros: ensaio de [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. A noite havia chegado, e com ela, a calmaria do mar. O dia fora cansativo e o calor, sufocante. Agora, descansavam. Corto apoiava a nuca com as [...]
Por Luiz Bernardo Pericás. Todos diziam que aquela era a época mais feliz do ano. Mas ele desconfiava que isso não fosse verdade. Por trás da opulência, havia lama. As [...]
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