Valério Arcary busca explicar o desalento de ativistas e ex-militantes, defendendo que a forma-partido continua sendo a mais eficiente para a disputa do poder político e que é preciso valorizar a paciência. [...]
Jodi Dean defende a ideia de “tecnofeudalismo”, afirmando que os proletários de hoje estão presos em um novo tipo de servidão, dependentes de redes por meio das quais as rendas são extraídas a cada passo econômico que dão na sociedade. [...]
Na ocasião da reedição da obra de Astrojildo Pereira pela Boitempo no ano do centenário do PCB, Anita Prestes revela aspectos até hoje pouco conhecidos da relação entre Luiz Carlos Prestes e o fundador do PCB. [...]
Boaventura de Sousa Santos analisa a situação da Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial, passando pelo desenvolvimento da social-democracia até a destruição dos pilares que a sustentam. [...]
Nos 152 anos de Vladímir I. Lênin, Anita Prestes analisa as ideais mestras das transformações revolucionárias elaboradas pelo artífice da Revolução de Outubro de 1917, destacando como esses ainda são ensinamentos valiosos para as forças de “esquerda” no Brasil de hoje. [...]
Bruna Della Torre analisa “The Benjamin Files”, de Fredric Jameson, destacando a originalidade da leitura do crítico cultural sobre os escritos de Walter Benjamin e sua força para a reflexão crítica do presente. [...]
Vinício Martinez e Marcos Del Roio: “Em conclusão antecipada, diremos hoje que o miolo da “crise existencial” da classe trabalhadora, aliada e motivada (e motivadora) da crise de hegemonia, é igualmente fomentadora da crise sistêmica, e das crises ideológica e política resultantes.” [...]
No Blog da Boitempo, Bruna Della Torre entrevista Susan Buck-Morss, pioneira nos estudos da Escola de Frankfurt e uma das maiores representantes, continuadoras e alargadoras da teoria crítica no presente. [...]
Curso completo em seis aulas, organizado pela Rede Jubileu Sul Brasil e a Boitempo, sobre o papel da dívida pública na esterilização das democracias e na intensificação dos processos de expropriação social, com a presença de grandes especialistas da área. [...]
Marcello Musto: "Não foi o ímpeto de um líder ou de um punhado de figuras carismáticas que deram vida à Comuna de Paris; sua marca registrada era sua dimensão claramente coletiva. Mulheres e homens se reuniram voluntariamente para perseguir um projeto comum de libertação. O autogoverno não era visto como uma utopia. A autoemancipação era considerada a tarefa essencial." [...]