Douglas Rodrigues Barros

Os oitenta anos de “O ser e o nada” e sua atualidade

19/04/2023 // 1 comentário

Douglas Barros e Thiago Rodrigues comentam a atualidade de "O ser e o nada": "Eis aqui uma tradução possível para o famigerado conceito de liberdade em Sartre; a possibilidade de abrirmos caminhos mesmo diante da mais absoluta prisão que, invariavelmente, reside em nós mesmo e naquilo que desejamos. Enfim é preciso reaprender a imaginar, passo fundamental à descolonização de nosso imaginário. Enquanto estivermos nesse inferno, Sartre segue sendo um Virgílio fundamental! Viva os oitenta anos de Ser e Nada!" [...]

O ódio ao intelectual

01/02/2023 // 1 comentário

Douglas Barros: "Contra o discurso anti-intelectual, que grassa no submundo das redes interconectadas e ganha coro nas fileiras da esquerda, já dizia um dos maiores intelectuais orgânicos do mundo: “nem tudo que brilha é relíquia nem joia!”. [...]

O princípio esperança bolsonarista

19/01/2023 // 1 comentário

Douglas Barros: "A questão é que inclusão, naquilo que está posto, roubou de nós a possibilidade daquilo que não está aí, de um outro mundo possível, agora reivindicado com armas ou gritos pela extrema-direita, não só no Brasil como no mundo como um todo." [...]

O identitarismo marxista de Mario Maestri

04/01/2023 // 4 comentários

Douglas Barros: "Maestri mostra a preocupação burguesa com os problemas não resolvidos no autodenominado mundo livre. O problema central: a racialização, herança dos processos coloniais. Entretanto, pouca importância dá ao que está subjacente: a incapacidade do desenvolvimento do capital em superar a herança colonial encravada no seu embrião." [...]

A política como conflito

09/09/2021 // 3 comentários

Douglas Barros / "No capitalismo de fim de linha, o ódio ao diferente, o ódio àquele que tenta tomar a vaga de emprego daquele que é tido como igual fundamenta um ódio político e ultrarreacionário que, cedo ou tarde, terminará em tragédia se continuarmos evitando o conflito." [...]

O que é eurocentrismo?

16/06/2021 // 1 comentário

Douglas Barros analisa historicamente o eurocentrismo e aponta a necessidade de se desmistificar essa instituição imaginária que legitima a exploração capitalista, descolonizando assim o nosso imaginário e abrindo espaço para uma outra construção imaginária. [...]