Boitempo e Boitatá na 27ª Festa do Livro da USP + descontos em livrarias de todo o Brasil

Está chegando um dos momentos mais aguardados do ano para quem ama ler: a 27ª Festa do Livro da USP acontece de 26 a 30 de novembro de 2025, oferecendo descontos de 50% em diversas obras dos catálogos da Boitempo e Boitatá. Venha visitar nossos estandes! Encontre os livros da Boitempo na Ilha13 – Espaço verde, já a Boitatá estará na Ilha 15 – Espaço azul, ambos dentro da tenda localizada na Travessa C, s/n (Cidade Universitária, São Paulo/SP).

Para quem quiser planejar suas compras com antecedência, disponibilizamos nos botões abaixo a lista completa dos livros que serão comercializados, com os respectivos preços. Baixe o arquivo, imprima e leve para feira com seu pedido já preenchido para evitar filas!



Não mora em São Paulo, mas quer aproveitar a festa? Pelo terceiro ano consecutivo, preparamos também uma promoção exclusiva em parceria com livreiros de vários estados do Brasil. Entre 24 e 30 de novembro de 2025, aproveite descontos de 35% em diversas obras selecionadas da Boitempo e Boitatá. Confira a lista completa das livrarias participantes e encontre no mapa a mais próxima de você:

Lembramos que, em respeito aos preceitos da Lei Cortez, os lançamentos recentes não estarão disponíveis na Festa do Livro da USP nem incluídos na promoção nas livrarias parceiras. Veja a seguir algumas das nossas sugestões de leitura.


O essencial de Marx e Engels, organizado por Marcello Musto
Concebida pela Boitempo, principal editora de Marx e Engels no Brasil, para atingir um público amplo, essa antologia composta por três volumes propõe um mergulho de fôlego e amplitude sem precedentes nos principais pontos do projeto teórico dos dois autores. O projeto original, concebido por Ivana Jinkings, tem organização de Marcello Musto, professor italiano com contribuições decisivas no florescente campo de estudo marxiano contemporâneo, que também assina as apresentações de cada volume e as notas explicativas. A obra conta ainda com prefácio de José Paulo Netto e textos de apoio de alguns dos maiores especialistas brasileiros: Marilena Chaui, Jorge Grespan, Leda Paulani, Virgínia Fontes, Lincoln Secco e Alfredo Saad Filho. A edição é de Pedro Davoglio.  

Marx: uma introdução, de Jorge Grespan
Uma Introdução clara e densa ao pensamento de Marx. O autor explora a atualidade dos conceitos marxianos, revelando a riqueza de sua análise sobre o capitalismo e suas contradições. Ideal para novos e experientes leitores interessados em compreender sua potência revolucionária.

O capital para crianças, de Joan R. Riera
Essa é uma história diferente, que não envolve dragões ou princesas, mas sim a luta dos trabalhadores, contada de forma acessível para crianças, pelo Vovô Carlos. Uma introdução divertida às ideias de um filósofo alemão famoso e suas contribuições para a sociedade.


Colonialismo digital, de Deivison Faustino e Walter Lippold
Uma debate provocador sobre o colonialismo digital, suas ramificações e impactos contemporâneos. Explora temas como racismo algorítmico, soberania digital e o papel das tecnologias na perpetuação das desigualdades. Vozes renomadas do debate nacional contribuem para esta discussão fundamental.

O capital no Antropoceno, de Kohei Saito
Qual é a relação entre capitalismo, sociedade e natureza? Em O capital no Antropoceno, o filósofo japonês Kohei Saito propõe uma interpretação dos estudos de Karl Marx frente aos problemas ambientais que enfrentamos no século XXI. A mensagem central da obra é que o sistema capitalista dominante, de alta financeirização e busca ilimitada do lucro, está destruindo o planeta, e só um novo sistema, pautado pelo decrescimento, com a produção social e a partilha da riqueza como objetivo central, é capaz de reparar os danos causados até aqui.
Do mesmo autor: O ecossocialismo de Karl Marx

Quem tem medo do gênero?, de Judith Butler
Neste seu primeiro livro não acadêmico, Judith Butler analisa como o “gênero” se tornou central em discursos conservadores e reacionários, um fantasma com o objetivo de criar pânico moral e angariar apoio popular a projetos políticos fascistas, autoritários e excludentes. Intervindo em uma das questões mais inflamadas da atualidade, a obra é uma convocatória arrojada a construir uma coalizão ampla contra as novas formas do fascismo. “É  crucial que a política de gênero se oponha ao neoliberalismo e a outras formas de devastação capitalista e não se torne seu instrumento”, insiste a autora.


Festas populares no Brasil, de Lélia Gonzalez
Este é o único livro que a pensadora, acadêmica e militante do movimento negro brasileiro, publicou em vida exclusivamente como autora. Escrita em 1987, a obra apresenta registros fotográficos de festas populares do Brasil de norte a sul com textos informativos que apresentam as marcas da herança africana na cultura brasileira, a integração entre o profano e o sagrado e a reinvenção das tradições religiosas na formação do imaginário cultural brasileiro.


Monstro Rosa, de Olga de Dios
Num mundo monocromático, surge Monstro Rosa, uma figura única e vibrante que, ao buscar aceitação, revela a beleza das diferenças. Esta narrativa sensível explora temas de identidade e amizade, inspirando uma reflexão sobre a verdadeira essência da felicidade.

A pele que eu tenho, de bell hooks
O que é mais importante? A cor da nossa pele ou o que somos por dentro? A pele que eu tenho, infantojuvenil de bell hooks ilustrado por Chris Raschka, trata do tema da raça, sempre muito presente nas obras da autora, e do perigo de julgar uma pessoa no primeiro olhar. De forma poética, a autora abre um diálogo com as crianças sobre raça e identidade.

A democracia pode ser assim, de Equipo Plantel com ilustrações de Marta Pina
A democracia apresentada de maneira acessível, aproximando questões sociais e cidadania do cotidiano das crianças, tornando temas complexos mais convidativos e envolventes. Ilustrado com fotos dos leitores, é uma adição única à literatura infantil.

O urso que não era, de Frank Tashlin
Numa floresta, um urso enfrenta o absurdo quando uma fábrica é construída sobre sua caverna. Ao despertar de seu longo sono, na primavera, luta para provar sua identidade. Uma narrativa que mescla comédia satírica e crítica social, revelando camadas de reflexão sobre individualidade e alienação no trabalho.


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