Boletim Boitempo: A guerra de Assange
De 5 a 19 de fevereiro de 2013.
Cypherpunks
Liberdade e o futuro da internet
Julian Assange et al
Já em pré-venda nas livrarias Saraiva, Cultura e Travessa | Previsto para 1º de fevereiro de 2013!
Julian Assange fala sobre livro que aborda futuro da internet.
Por redação.
GloboNews – Milenio – 4 de fevereiro de 2013.
Entrevista especial com Julian Assange sobre Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet. Confira a gravação completa abaixo:

Segundo Assange, CIA usou redes sociais para buscar dados da equipe do WikiLeaks. Por redação.
O Estado de S. Paulo – Online – 4 de fevereiro de 2013.
Confira os trechos da entrevista concedida ao Estado por Julian assange sobre Cyperpunks: liberdade e o futuro da internet abaixo:

‘É bom que os governos tenham medo das pessoas’.
Por Jamil Chade.
O Estado de S. Paulo – Internacional – 2 de fevereiro de 2013.
“Há sete meses refugiado na Embaixada do Equador em Londres, ativista fala ao ‘Estado’ sobre internet e liberdade de expressão A internet se transformou no maior instrumento de vigilância já criado e a liberdade que ela representa está ameaçada. A avaliação é de Julian Assange, criador do WikiLeaks, que há sete meses vive na Embaixada do Equador em Londres – Quito lhe concedeu asilo, mas os britânicos não lhe deram salvo-conduto para que vá ao aeroporto e deixe o país. Assange seria extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. O australiano recebeu a reportagem do Estado para falar sobre seu livro Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial. A seguir, os principais trechos da conversa.” [Leia mais]
Mensagem de um ativista digital. Por Julian Assange.
Folha de S.Paulo – Tec – 4 de fevereiro de 2013.
“Lançado nesta segunda-feira (4) no Brasil, o livro Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet (ed. Boitempo, R$ 29, 168 págs.) é o resultado de um debate entre o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, e três colegas ativistas. Na obra, eles acusam grandes empresas e governos de invadirem a privacidade digital dos cidadãos e interceptarem suas comunicações. O artigo abaixo foi escrito especialmente para o prefácio da edição brasileira de “Cypherpunks“. A Folha publica o texto com exclusividade. Assange, que divulgou documentos secretos dos EUA no site WikiLeaks, está refugiado na Embaixada do Equador em Londres desde junho passado – à época, a Justiça britânica decidiu que ele fosse deportado para a Suécia, onde é acusado de estupro.” [Leia mais]
A guerra de Assange. Por Gianni Carta.
Carta Capital – Entrevista – Mundo – 6 de fevereiro de 2013.
“O temor bastante compreensível do fundador do WikiLeaks seria uma segunda extradição, esta da Suécia para os Estados Unidos, onde querem julgá-lo por espionagem, e, no caso, ele poderia ser condenado à pena de morte. O crime de Assange foi ter divulgado documentos militares e diplomáticos através de sua plataforma digital WikiLeaks em parceria com diários de renome como o The New York Times. Vidas e mais vidas teriam sido colocadas em risco, alegam, embora sem provas, os detratores de Assange. Em abril, meses antes de publicar os comprometedores documentos secretos em meados e no fim de 2010, o WikiLeaks havia adquirido a fama ao divulgar um vídeo no mínimo constrangedor para os EUA. Nele vemos soldados norte-americanos em ação no Iraque atirando de um helicóptero sobre 12 civis desarmados.” [Leia mais]
A cruzada de Assange contra a internet. Por Redação.
ISTOÉ – Comportamento – 18 de janeiro de 2013.
“Foragido de uma prisão domiciliar e atualmente em asilo político, o ciberativista australiano Julian Assange acompanha no conforto da Embaixada do Equador, em Londres, mais uma polêmica na sua trajetória de fatos bombásticos: a repercussão de seu primeiro livro, Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet (Boitempo Editorial), que acaba de ser lançado no Brasil. Entre as inúmeras denúncias ao poder velado de governos e corporações no uso das ferramentas digitais, Assange não se vale de meias palavras: “A internet é uma ameaça à civilização humana”, escreve. A publicação é uma conversa entre o fundador do WikiLeaks (o site que tornou públicos documentos secretos da administração de vários países) e outros três defensores dos direitos de anonimato na rede. O assunto dominante é a vigilância sobre toda ação online, como se uma guerra estivesse em curso. Episódios usados para comprovar a tese não faltam.” [Leia mais]
Um chamado à luta criptográfica. Por Julian Assange.
Info – Comportamento – 18 de janeiro de 2013.
“O livro é um compilado de conversas com os colegas de ativismo Jacob Appelbaum, Andy Müller-Maguhn e Jérémie Zimmermann. Assange, 41 anos, mantém a língua afiada e defende mais privacidade para os usuários e transparência para os governos na rede. Desde junho de 2012, Assange está refugiado na embaixada do Equador em Londres, tentando evitar a extradição para a Suécia, onde enfrenta acusações de agressão sexual. INFO teve acesso ao livro com exclusividade. Leia, abaixo, o capítulo de introdução, em que Julian Assange mostra por que, na sua opinião, a internet é uma ameaça para a humanidade.” [Leia mais]
Vilão de Star Trek será Assange em filme sobre WikiLeaks.
Por Tiago Mali.
Revista Galileu – 30 de janeiro de 2013.
“‘Privacidade para os fracos, transparência para os poderosos’ é a expressão de ordem usada pelo australiano para apresentar o movimento que dá nome ao livro. Desde a década de 1990, os cypherpunks defendem o emprego da criptografia como agente de mudanças políticas, uma espécie de proteção contra a vigilância total do Estado. Soa um tanto paranoico, não? Após ler a obra, não soa mais. Assange detalha a ideia pintando um quadro assustador, porém ricamente embasado, sobre os mecanismos de controle da internet (são mais de uma centena de referências em notas de rodapé para justificar as afirmações). Neste quadro, estão empresas que vendem sistemas de vigilância capazes de interceptar e gravar todas as comunicações da população de um país – a Líbia de Gaddafi comprou um desses – e casos documentados de espionagem em massa de cidadãos por agências do governo americano.” [Leia mais]
Especial: a apresentação do livro Julian Assange. Por Natalia Viana.
Outras palavras – 02 de fevereiro de 2013.
“Na obra, Assange, ao lado dos companheiros de armas – e eficientes desenvolvedores de códigos digitais – Jérémie Zimmermann, Jacob Appelbaum e Andy Müller Maguhn, disseca temas essenciais que estão definindo, hoje, os principais embates sobre como deve ser o futuro da internet. A rede mundial de computadores apresenta, como muitas tecnologias, uma variedade de usos possíveis. É, como a energia elétrica, a semente de uma gama infinita de possibilidades, e semente poderosa: seu potencial ainda está sendo descoberto ao mesmo tempo que seu rumo vai sendo definido pelo caminhar tecnológico e pelo caminhar político.” [Leia mais]
Assange lança livro sobre guerra invisível pelo controle da internet e futuro da sociedade.
Por Redação.
Portal Imprensa – 30 de janeiro de 2013.
“Os autores se questionam, entre outras coisas, se alguns sites não são “a maior máquina de vigilância já inventada” para seguir os passos “de nossa localização, contatos e vidas”. “Se for um usuário comum, o Google sabe com quem fala, quem conhece, o que busca. Provavelmente sabe sua orientação sexual, sua religião e filosofia, sabe quem é sua mãe e talvez mais de você que você mesmo. Google sabe quando está conectado e quando não”, disse Jeremie Zimmermann, coautor de Cypherpunks.” [Leia mais]
Mais informações sobre o livro
Confira o booktrailer do livro abaixo:

Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet. Da redação.
Você S/A – Dica de leitura – 15 de janeiro de 2013.
“As contradições da internet expostas por Julian Assange, criador do site WikiLeaks, que divulga informações oficiais sigilosas.”
Mais informações sobre o livro
Os caminhos da esquerda latino-americana
Emir Sader
Disponível em ebook aqui (R$ 20,00)
Boitempo
Esquerda e populismo. Por redação
O Estado de S. Paulo – Internacional – 2 de fevereiro de 2013.
“Vai sair na Polônia, pela editora Le Monde Diplomatique, ainda este ano, A nova toupeira, livro em que Emir Sader trata da esquerda latino-americana. A editora também manifestou interesse em lançar lá A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista, do professor de sociologia da USP Ruy Braga. Os dois títulos saíram aqui pela Boitempo.”
Mais informações sobre o livro
Até o último homem
visões cariocas da administração armada da vida social
Felipe Brito e Pedro Rocha de Oliveira (orgs.)
Previsto para a segunda quinzena de Abril.
Os descontentes do porto. Por Claudia Antunes
Revista Piauí – Questões de política urbana – 15 de janeiro de 2013.
“No livro Até o último homem, que será lançado em abril pela editora Boitempo, há um capítulo, ‘Complexo dos relatos’, com entrevistas de líderes comunitários que surgiram na época na cidade. A maioria era filiada ao PT ou ao PDT brizolista. Os anos 90, traficantes e milícias de policiais assumiram o controle da maioria das associações de favelas, e a mobilização murchou. O autor do texto, Pedro Rocha de Oliveira, professor de filosofia na Universidade Federal de Juiz de Fora, apontou mais explicações para esse esvaziamento. Entre elas, a desindustrialização de bairros populares e a “burocratização” do PT. ‘Os núcleos de base vão se tornando pouco importantes para o partido, e o movimento social vai ficando sem pai. ada do que o PSOL fizer agora vai criar da noite para o dia o que existia’, disse ele, a um rapaz magro, que vestia bermuda e usava rabo de cavalo, em entrevista no jardim do Museu da República, o antigo palácio presidencial no Catete, próximo ao Centro do Rio.”[Leia mais]
Mídia, poder e contra-poder
da concentração monopólica à democratização da informação
Dênis de Moraes, Pascual Serrano e Ignacio Ramonet
Previsto para o primeiro semestre de 2013.
“O Brasil é a vanguarda do atraso da América latina”. Por Najla Passos
Mídia com democracia – Entrevista – 29 de janeiro de 2012.
“Considerado um dos mais lúcidos observadores dos fenômenos da comunicação de massa no Brasil, o professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Dênis de Moraes, tem se dedicado a estudar como os governos de origens populares da América Latina enfrentam o monopólio midiático, com legislações e políticas públicas mais democráticas e inclusivas. Ele tem pesquisado, também, o potencial da rede mundial de computadores como nova arena de embates pela hegemonia política e cultural. Nesta entrevista à MídiaComDemocracia, (…) [ele] critica o imobilismo dos sucessivos governos brasileiros frente à necessidade de se democratizar a comunicação, o que coloca o país em descompasso com seus vizinhos latinoamericanos. E condena, em especial, a falta de políticas consequentes de inclusão digital e de fortalecimento da internet como ferramenta já indispensável à pluralidade de vozes sociais.” [Leia mais]
Rituais de sofrimento
Silvia Viana
Disponível em ebook aqui (R$ 20,00)
Boitempo
Um show de sofrimento. Por Paloma Rodrigues.
Carta Capital – Cultura – 30 de janeiro de 2013.
“Em 2007, quando começava as pesquisas para seu mestrado, a pesquisadora percebeu que Big Brother se encaixava, de alguma forma, em sua linha de pesquisa sobre ideologia e indústria cultural. ‘Talvez pelo fato de eu nunca ter assistido antes, aquilo tenha me chocado mais. Eu senti que era uma mudança na forma de organização da indústria cultural’, conta Viana em entrevista à CartaCapital. Segundo ela, os brothers são espécies de ‘trabalhadores informais’ do mercado. Fazem de tudo para se manter vivos em um ambiente inóspito e hostil. Batalham, portanto, “para não serem demitidos por déficit de ‘empreendedorismo entretenedor‘, escreve ela em um capítulo denominado ‘As regras’. São as regras do jogo e quem entra lá sabe disso.” [Leia mais]
Provas de fogo. Por redação.
Portal Band – 26 de janeiro de 2013.
“Eles são capazes de tudo. Choram, riem, brigam, ofendem, ameaçam e até se machucam em busca de prêmios e cargos importantes dentro do jogo. E tem sido assim há 13 anos no Big Brother Brasil, um verdadeiro ‘ritual de sofrimento’, como define socióloga a Silvia Viana em seu novo livro.
Ao longo de três meses anuais a disputa entre anônimos passa a ser comentada em cada canto, por onde quer que se vá. Mas, nos discursos, importa muito mais a queda que a salvação. Por esse motivo é que a cada edição os participantes são colocados diante de situações mais árduas, comprovando, segundo a escritora, que o princípio violento do programa funciona, muitas vezes, como uma propaganda.” [Leia mais]
Rituais de sofrimento analisa a mecânica perversa dos reality shows.
Por Manuel da Costa Pinto.
Folha de S.Paulo – Revista sãopaulo – 27 de janeiro de 2013.
“Rituais de sofrimento, da socióloga Silvia Viana, oferece um olhar perturbador sobre os reality shows justamente por não ver no “BBB” (e em similares como “A Fazenda” ou “O Aprendiz”) uma aberração, mas uma extensão do capitalismo avançado e seu “sequestro do tempo privado pela produção”.
Na contramão da ideia de que os “realities” suprem um manancial de fantasias eróticas, ela diz: “O mote do espetáculo (…) é a concorrência, não o voyeurismo. Portanto, aquilo a que assistimos não é algo obsceno, isto é, fora da cena simbólica; o que se vê é essa mesma cena: um pega pra capar. É esse o fundamento que atrai o nosso olhar, pois é o fundamento de nossa reprodução social.” Nas rinhas de BBBs, encontramos a contrapartida perversa da espiral do consumo e da flexibilização neoliberal do trabalho: se o consumidor trabalha ao consumir (afinal, pagar uma conta pela internet é trabalhar para o banco, com ilusão de liberdade e autossuficiência), nos “realities” temos a própria vida transformada em mercadoria -com a malhação e a escolha da roupa se prestando menos à frivolidade sem recalques do que à “via-crúcis” de quem trabalha de graça para a emissora (aí incluídos aqueles que votam nos processos de “eliminação”).” [Leia mais]
Provas de fogo. Por Verena Paranhos.
Jornal A Tarde (BA) – 22 de janeiro de 2013.
“Quando o assunto é reality show, não importa o prêmio, pode ser um milhão de reais ou uma repaginada no visual, os participantes estão dispostos a tudo para continuarem na disputa. Ficar horas em pé com o braço erguido, ser trancafiado em um quarto branco, cuidar de animais são apenas alguns exemplos de provas criadas por diretores criativos e cruéis. Para a socióloga Silvia Viana, essas são apenas algumas marcas da concorrência, principal elemento que aproxima estes programas da vida real. “Os reality shows não representam a forma produtiva, eles levama cabo os mesmos rituais de sofrimento. A eliminação, a seleção, as provas, a mudança constante de regras são rituais que acontecem tanto nos programas de TV quanto na sociedade contemporânea”, afirma Silvia, autora de Rituais de Sofrimento (Boitempo, R$ 37).” [Leia mais]
“Mesmo que achem esses programas péssimos”. Da redação.
Sindicato dos bancários Conquista e Região – 23 de janeiro de 2013.
“Os reality shows estão presentes na TV brasileira há mais de uma década. “Sucessos” no país, programas como o BBB seguem uma lógica que expõe a figura humana a diversas situações, muitas vezes animalescas e indignas. A doutora em sociologia, Silvia Viana, que lançará o livro “Rituais de Sofrimento”, fala sobre este fenômeno.
O que os confinamentos e as provas de resistência “proporcionados” por esse formato podem revelar sobre o público que o consome?O que leva uma massa de milhões detelespectadores a acompanhar freneticamente outras pessoas “presas” por dinheiro? Haveria algo além do voyeurismo?
Costuma-se pensar que o público, e também os participantes, possuem algum tipo de perversão: são sádicos ou masoquistas ou exibicionistas ou voyeuristas. Não acho que seja isso. Penso que a participação é um imperativo em nossa sociedade: para não perecermos socialmente, precisamos aparecer, estar no mundo, nos mostrar ativos, topar quaisquer desafios (por mais disparatados que sejam), saber de tudo o que está acontecendo etc. O problema da participação é que ela não apresenta um porquê social: participamos (assistindo, votando, ou sendo trancafiados mesmo) só por participar. E essa é a mágica ideológica do capitalismo contemporâneo: trabalhamos para não sermos demitidos, para não deixarmos de trabalhar. Participamos apenas para não estarmos por fora, por participar. Isso fica claro quando questionamos aqueles que acompanham esses programas a respeito de sua qualidade. A maioria não precisa de muita reflexão para afirmar que aquilo não passa de lixo. O problema é que, mesmo sabendo que aquilo não acrescenta em nada na vida, as pessoas fazem. Nossa ilusão está nesse fazer compulsivo e sem sentido, por isso uso o termo “rituais” para me referir aos programas.”[Leia mais]
O ano em que sonhamos perigosamente
Slavoj Žižek
Disponível em ebook aqui (R$ 16,00)
O ano em que sonhamos perigosamente. Por Marcia Denser.
Congresso em foco – 1 de janeiro de 2012.
“Servindo como uma espécie de Manual para a Mobilização Emancipatória que, segundo o autor, se coloca pela primeira vez em nível planetário, aqui é o velho Lenin da pergunta “o que fazer?”, o filósofo invocado, combinando-se marxismo e psicanálise na linha de Marcuse e Erich Fromm, tudo pra decifrar a “circulação autopropulsora do capital”, que hoje prescinde não só dos trabalhadores como até da burguesia. Hoje farei um breve apanhado do primeiro ensaio “Da Dominação à Exploração e à Revolta”, no qual Žižek, dialogando com Fredric Jameson (As sementes do tempo, S.Paulo, Ática, 1997), outro dos meus críticos preferidos, aborda questões chave como trabalho, não-trabalho, desemprego crônico, suas ironias e paradoxos, e as várias formas de exclusão e exploração. ” [Leia mais]
Mais informações sobre o livro
O velho Graça
uma biografia de Graciliano Ramos
Dênis de Moraes
Disponível em ebook aqui (R$ 26,00)
O Brasil de Graciliano Ramos. Por Sheila Jacob.
Revista Samuel – Cultura – 2 de fevereiro de 2013.
“Protagonista de uma trajetória intensa e dramática, o homem Graciliano Ramos permaneceu, durante muito tempo, desconhecido de seus leitores e da opinião pública em geral. Apesar da consagração de sua obra, pouco se sabia da vida do autor de Vidas Secas, São Bernardo e Memórias do Cárcere. Procurando suprir essa lacuna, o jornalista Dênis de Moraes, professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF), passou dois anos envolvido com uma intensa pesquisa em acervos. Também fez uma série de entrevistas com pessoas que conviveram com ele. Este rico trabalho de investigação resultou na biografia O velho Graça, lançada em 1992, ano de centenário do escritor. Recentemente, 20 anos depois, a Boitempo Editorial reeditou esse importante material, que mostra, ao longo de suas cerca de 350 páginas, como as preocupações e o exemplo de Graciliano Ramos continuam mais atuais do que nunca.” [Leia mais]
Mais informações sobre o livro
Confira as colunas e a programação do Blog
Dênis de Moraes – A mercantilização da internet e das redes sociais

Flávio Aguiar – Crônicas de Berlim (22): O dia em que o mundo virou de cabeça para baixo


Roniwalter Jatobá – Sampa, 459 anos


Espaço do leitor: Fabio Mascaro Querido – Depois do colapso da modernidade


Urariano Mota – Alfredo Bosi e o vazio da culutra


(06/02) Coluna do Emir Sader
(07/02) José Paulo Neto – A ontologia de Lukács
(08/02) Coluna do Luiz Bernardo Pericás
Lançamento e noite de autógrafos: Rituais de sofrimento
A Boitempo Editorial convida a todos para a noite de autógrafos do livro Rituais de sofrimento, de Silvia Viana. O evento acontece quarta-feira, dia 6 de fevereiro, em São Paulo a partir das 19h no Espaço Serralheria (Lapa).
Na compra de um livro, ganhe um vale chope!
Confira a página oficial do evento aqui.
Serviço
Rituais de sofrimento | lançamento e noite de autógrafos com Silvia Viana
06/02 | quarta-feira | 19h | Espaço serralheria
Rua Guaicurus, 857 | Lapa | São Paulo | SP
escapeserralheria.org
(11) 2592-3923 / 6794-0124 / 8272-5978
No limiar do silêncio e da letra no BandNews
A psicanalista Maria Lucia Homem esteve no programa “Quinta da leitura”, no canal Band News, para falar sobre seu livro No limiar do silêncio e da letra: traços da autoria em Clarice Lispector.
Saiba mais sobre o livro aqui.
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Conheça a página de Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet
Já está no ar a página dedicada a Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet, primeiro livro de Julian Assange (o idealizador e editor-chefe do WikiLeaks) publicado no Brasil pela Boitempo em 2013.
O portal interativo agrega notícias, vídeos e links sobre o movimento cypherpunk, o Wikileaks e Julian Assange, contribuindo para o debate sobre os rumos da internet.
Confira a página oficial Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet aqui.
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