Boletim Boitempo: Reality shows ou rituais de sofrimento?

Boletim CabeceiraDe 15 a 22 de janeiro de 2013.

Destaque

Rituais de sofrimento
Silvia Viana

Já em pré-venda nas livrarias Saraiva, Martins Fontes e Travessa

Boitempo

Estudo compara reality shows da TV a rituais de sofrimento.
Por Adalberto Pereira Jr.
Folha de S.Paulo – Ilustrada – 13 de janeiro de 2013.

“Testes físicos extenuantes, brigas, intrigas e disputa por espaço e prêmios. A descrição acima tem sido a bula dos reality shows desde sua chegada à TV, no final dos anos 1990. Em sua 13ª edição, o “Big Brother Brasil”, da Globo, que começou na última terça-feira, não fugiu à regra. Logo na estreia, submeteu seus participantes a uma prova que durou 15 horas. Na tarefa, os jogadores deveriam permanecer com as duas mãos encostadas em um carro, sem comer, dormir ou ir ao banheiro. Em 2009, a atração isolou três ‘brothers’ num cômodo inteiramente branco, submetendo-os à privação de sentidos até que um desistisse. ‘A banalização da crueldade só ocorre na TV porque se tornou estrutural em nosso mundo’, diz a socióloga Silvia Viana Rodrigues, autora de Rituais de sofrimento. No estudo, que chega neste mês às livrarias, ela compara o fascínio por esse tipo de produção com uma espécie de ritual religioso vazio, repetido à exaustão e que se reproduz na vida real.” [Leia mais]

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Futuros lançamentos

Cypherpunks
Liberdade e o futuro da internet

Julian Assange et al

Já em pré-venda nas livrarias Saraiva, Cultura e Travessa | Previsto para 1º de fevereiro de 2013!

Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet. Da redação.
Você S/A – Dica de leitura – 15 de janeiro de 2013.

“As contradições da internet expostas por Julian Assange, criador do site WikiLeaks, que divulga informações oficiais sigilosas.”

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Poder e desaparecimento
os campos de concentração na Argentina

Pilar Calveiro

Previsto para o primeiro semestre de 2013. 

Boitempo

Os campos vizinhos. Por Maria Fernanda Rodrigues.
O Estado de S. Paulo – Sabático – Babel – História – 12 de janeiro de 2013.

“Ex-prisioneira de campo de concentração durante a ditadura militar argentina, a antropóloga Pilar Calveiro usou sua experiência e a de outros sobreviventes para escrever Poder e desaparecimento, lançamento da Boitempo para junho. A imprensa argentina destaca que a autora promoveu uma mudança na literatura sobre a repressão ao subverter a proposta do testemunho bruto e se aventurar em um universo pouco palatável: a racionalidade do horror e o horror como produto humano.”

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Menos que nada
Hegel e a sombra do materialismo histórico

Slavoj Žižek

Previsto para fevereiro de 2013. 

Ler a Hegel. Por Emir Sader.
Blog da Boitempo – 9 de janeiro de 2013.

“A compreensão de um objeto concreto parte das suas qualidades físicas, que em economia nos remete ao valor de uso, sua utilidade concreta para nós. Mas a compreensão da sua realidade social – porque tem tal preço – só é possível pela viagem que o compreende como produzido pelo trabalho social dos homens, que define seu valor de troca. Retornamos àquele objeto concreto agora como síntese de múltiplas determinações abstratas, como concreto socialmente determinado. Isso vale só como exemplo da forma como o pensamento dialético se apropria da realidade e como o pensamento do Hegel é essencial. Agora é esperar o Hegel do Žižek.” [Leia mais]

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 Lançamentos

A política do precariado
do populismo à hegemonia lulista

Ruy Braga

Disponível em ebook aqui (R$ 20,00).

A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista. Da redação.
Revista Fórum – 21 de dezembro de 2012.

“Neste livro, Braga se coloca diante da tarefa de decifrar a relação entre o proletariado precarizado e a hegemonia lulista. Uma das inspirações do autor são as análises afiadas de Francisco de Oliveira, que priorizaram a reflexão sobre a “formação do avesso” ao demonstrar a despolitização da classe trabalhadora como consequência do governo petista e das políticas públicas federais que alimentaram, na última década, o mito da superação da crise por meio do aumento constante do consumo popular.” [Leia mais]

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O velho Graça
uma biografia de Graciliano Ramos

Dênis de Moraes

Disponível em ebook aqui (R$ 26,00)

Estilo seco, alma generosa. Por Edgard Murano.
Revista Metáfora – 15 de dezembro de 2012.

Edgard Murano: Em tempos de celebração em torno do autor alagoano, em sua opinião o que precisa ser revisto nas abordagens críticas sobre ele?

Dênis de Moraes: Graciliano foi vítima de uma certa “história oficial”, que o apresentava como intratável, ríspido, fechado em si mesmo. Os depoimentos que obtive de amigos, familiares e contemporâneos foram unânimes em desvelar um outro Graciliano. De fato, era um homem contido, avesso a externa r suas emoções, às vezes irritadiço e ranzinza. Mas aos que provavam de sua intimidade ou precisavam de sua ajuda para causas justas, ele era solidário, paciente, compreensivo e até bem-humorado. Quem melhor o definiu foi o jornalista e escritor Moacir Werneck de Castro, seu amigo, ao dizer que Graciliano escondia-se talvez porque tivesse vergonha de sua bondade e de suas atitudes sentimentais. Tinha uma forma própria de demonstrar afeição, que se explicitava em detalhes às vezes sutis, como levar maçãs para casa, por saber que era a fruta preferida de sua mulher. A “história oficial” o acusava de ser antirromântico. Tolice. Um antirromântico escreveria uma coleção de cartas de amor para conquistar uma mulher (como aconteceu quando ele conheceu sua segunda esposa, d. Heloísa de Medeiros Ramos)?” [Leia mais]

O velho Graça. Da redação.
Jornal da USP – 10 de dezembro de 2012.

“Considerada a melhor biografia de Graciliano Ramos, O velho Graça (Boitempo, 360 págs., R$ 52,00), de Dênis de Moraes, ganha reedição vinte anos após a publicação original – na época, o nascimento do autor de Vidas SecasSão Bernardo e Angústia completava cem anos. A nova versão tem acréscimo de ilustrações, fotografias, cronologia e uma entrevista concedida pelo escritor ao jornalista Newton Rodrigues e publicada na revista Revolução em 1944. No livro, Moraes, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), remonta o quebra-cabeça da vida de Graciliano esforçando- -se para juntar “os cacos do passado (…) com a máxima coerência possível, a despeito da pluralidade de suas significações”. Sua vida é diretamente relacionada com sua obra e as realidades que o cercavam.” [Leia mais]

Nas mãos do Velho Graça. Por Zé Beto.
Blog Jornale – 6 de janeiro de 2013.

“…’Palmeira dos Índios não fugia ao figurino das cidades pequenas do Agreste, onde o poder dos grandes senhores se sobrepunha ao interesse coletivo e às pequenas normas. Graciliano, bulindo em casa de marimbondos, não escaparia das ferroadas. Até cartas anônimas com ameaças foram colocadas embaixo da porta da loja Sincera. Mas ele não alterou seus planos, demonstrando aguda consciência das pressões à sua volta’…” [Leia mais]

O velho Graça: uma biografia de Graciliano Ramos. Da redação.
Revista Fórum – 21 de dezembro de 2012.

“Reavaliada 120 anos depois de seu início, em 27 de outubro de 1892, a extraordinária trajetória pessoal, literária, intelectual e política de Graciliano Ramos contada por seu melhor biógrafo ganha nova edição, ampliada e revisada. O velho Graça, de Dênis de Moraes, nos conduz pelos sessenta anos de história de um dos maiores narradores da literatura brasileira, com todo o rigor da documentação e dos depoimentos pessoais daqueles que o cercavam. O livro traz acréscimos que acentuam o conhecimento pormenorizado da vida e da obra do escritor alagoano.” [Leia mais]

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Selva concreta
Edyr Augusto

Ebook a venda aqui (R$ 18,00)

Boitempo

Boitempo

Selva concreta. Da redação.
Jornal Rascunho – Prateleira nacional – 1 de janeiro de 2013.

“Ambientado em Belém do Pará, este romance explora as patologias e os vícios do submundo próprios às metrópoles brasileiras através de figuras como o policial corrupto o playboy, o apresentador picareta de televisão, o assassino de moças, a mulher do malandro e outros tipos que compõem o mosaico da selva urbana que vemos todos os dias nas manchetes policiais.”

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Para uma ontologia do ser social I

György Lukács

Ebook a venda aqui (R$ 32,00)

Boitempo

Para uma ontologia do ser social I. Da redação.
O Globo – Prosa e verso – Lançamentos  – 12 de janeiro de 2013.

“Escrita na década de 1960, a obra traz reflexões acerca do existencialismo e busca sistematizar os princípios da ontologia propostos por Karl Marx.”  [Leia mais]

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Na imprensa

A teoria da revolução no jovem Marx

Michael Löwy

Disponível em ebook aqui (R$ 18,00)

Boitempo

Entrevista: Michael Löwy
“Sem indignação, nada de grande e significativo ocorre na história humana”
Por André Antunes e Cátia Guimarães.
Revista Poli – 11 de janeiro de 2013.

“Michael Lõwy esteve no Brasil no final do ano passado para lançar um livro: A teoria da revolução no jovem Marx, que foi publicado em 1970 na França. Mas durante a sua estada no país, ele participou de muitos eventos e falou sobre temas diversos, como literatura e a questão ecológica. Nada que surpreenda no perfil de um pesquisador que circula com desenvoltura entre o estudo dos clássicos e a análise da conjuntura atual, e isso sem abrir mão da militância política de esquerda. Nesta entrevista, ele lança mão dos conceitos que aprendeu com os clássicos – principalmente Marx e Walter Benjamin – para discutir a crise que o capitalismo atravessa e os movimentos reivindicatórios que têm surgido em diferentes cantos do mundo. Além disso, explica os princípios e limitações da ideia de ‘ecossocialismo’, com a propriedade de ter sido um dos autores do Manifesto que defende essa bandeira.”  [Leia mais]

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Padrão de reprodução do capital
Jaime Osorio, Mathias Luce e Carla Ferreira (orgs.)

Disponível em ebook aqui (R$ 18,00)

Boitempo

O jovem Marx, ainda atual?
Por Renato Pompeu.

Caros Amigos – 15 de dezembro de 2012.

“Também da Boitempo é Padrão de reprodução do capital: contribuições da teoria marxista da dependência, em que, analisando a América Latina nos tempos mais recentes, diversos ensaístas, sob a coordenação de Carla Ferreira, Jaime Osorio e Mathias Luce, dão continuidade aos conceitos do falecido pioneiro da teoria da dependência, Ruy Mauro Marini, segundo os quais o imperialismo há muito deixou de ser um fator externo e há muito fincou raízes no próprio cerne dos países latino-americanos.” [Leia mais]

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Confira as colunas do Blog da Boitempo

Emir Sader – Ler a Hegel
Izaías Almada – A síndrome Safatle/Dutra (I)
Roniwalter Jatobá – A lanterna mágica 
Ruy Braga: entrevista – A política do precariado 

(16/01) Coluna do Mauro Iasi
(17/01) Coluna do Flávio Aguiar
(18/01) Coluna do Ricardo Musse

Boitempo no YouTubeDebate de lançamento de O velho Graça

Já está disponível a versão integral do bate papo de lançamento de O velho Graça: uma biografia de Graciliano Ramos. Realizado em 30/11/2012 no Espaço Revista CULT, o evento reuniu o autor, Dênis de Moraes e o pesquisador Miguel Yoshida.

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Confira no canal da Boitempo no YouTube, mais de 140 vídeos aqui.

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Conheça a página de Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet

Já está no ar a página dedicada a Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet, primeiro livro de Julian Assange (o idealizador e editor-chefe do WikiLeaks) a ser publicado no Brasil pela Boitempo em 2013.

O portal interativo agrega notícias, vídeos e links sobre o movimento cypherpunk, o Wikileaks e Julian Assange, contribuindo para o debate sobre os rumos da internet.

Confira a página oficial Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet aqui.

Saiba mais sobre o livro aqui.


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