Lançamento Boitempo: A hipótese comunista, de Alain Badiou
A Boitempo Editorial lança esta semana o novo título da Coleção Estado de Sítio (coordenada por Paulo Arantes): A hipótese comunista, do filósofo e dramaturgo francês Alain Badiou. O livro será debatido pelos filósofos Vladimir Safatle e Paulo Arantes no Espaço Revista CULT no dia 04 de julho, evento que discutirá também o novo livro de Slavoj Žižek, Vivendo no fim dos tempos (com lançamento previsto para o final do mês).
Confira a página do debate de lançamento no Facebook clicando aqui.
A hipótese comunista está à venda nas livrarias de todo o país e pode também ser adquirido em versão eletrônica (ebook), pela metade do preço do livro impresso, na Gato Sabido, dentre outras lojas.
Leia abaixo o texto de orelha do livro, escrito por Norman Madarasz:
Filósofo, dramaturgo e militante, Alain Badiou estabeleceu-se como um dos principais pensadores de nosso século, reforçando a filosofia em sua relação com a verdade e superando a ontologia heideggeriana por meio da tese de que ontologia é matemática. Sua filosofia decorre do estruturalismo dos anos 1960, cuja primeira elaboração pode ser vista nos Cahiers pour l’analyse, em escritos sobre Althusser, Lacan e Foucault. Neste livro o autor vai além dos textos sobre amor, arte e ciência, realçando outra vertente de sua análise: a política de invenção e emancipatória, isto é, a evolução do pensamento marxista.
A hipótese comunista articula duas teses: uma de ordem econômica e outra histórica. Seu argumento é o de que a subordinação do trabalho à classe dominante não é inevitável, mas a afirmação de um novo período na história implica a resolução de graves problemas surgidos a posteriori. Neste volume o leitor encontrará ensaios sobre Maio de 1968, a Comuna de Paris, a Revolução Cultural Chinesa. Longe do “pensamento único”, variando entre Mitterrand, Chirac, Jospin e Sarkozy, o imenso mérito deste livro é ter restabelecido a política de emancipação na tradição nacional francesa, um pensamento político voltado para uma ética internacionalista, ou seja, para o comunismo da multiplicidade.
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